Hallo Twilighters :D
Aqui deixo mais um capitulo da minha fanfic "Another Part Of Cullen" [ Capitulo 6 ].
Se não leram os capitulos anteriores dirijam-se à coluna lateral no site e carreguem onde diz "ANOTHER PART OF CULLEN" .
Peço também que leiam e comentem, é muito bom saber a vossa opinião!
Cumprimentos @'
Team Cullen.
Andreia TC'
Capitulo 6 – Desconfianças
A manhã seguinte tinha chegado, já se via o sol a nascer nas colinas do horizonte ainda com uma cor rosada por ainda ser de madrugada. Emmett e eu acabamos a nossa “refeição” e tinha sido uma grande caçada. Chegámos a casa e encontrámos um grande quadro de família, na sala estavam a Rosalie que depressa se levantou e beijou o seu amado Emmett, o Edward e a Alice na cozinha juntamente com o Carlisle, a Esme e o meu irmão mais novo o Jasper, como estava na hora de irmos para a escola, subi as escadas para trocar de roupa.
-Edward, vou só trocar de roupa e desço já… - Disse eu subindo as escadas.
-Ok pirralha, mas despacha-te! – Exclamou ele com aquele termo que eu mais odiava.
Entrei no meu quarto, abri o guarda-roupa e encontrei umas calças cinzentas, com um par de sapatos pretos e uma camisola preta e com pormenores cinzentos, dirigi-me à casa de banho, que só usava mesmo para tratar do cabelo que por norma usava solto, mas tinha de o pentear e por vezes encaracolar para ficar com breves ondas, nesse dia apenas peguei na escova e alisei o cabelo que já era liso por natureza. Peguei na mala e no caderno, e depressa desci as escadas, passei pelo meu pai e pela minha mãe dei um beijo a cada um e fui até ao carro prateado que já estava à minha espera com o meu irmão lá dentro, entrei e durante toda a viagem estivemos a falar num trabalho que tínhamos de apresentar para a semana seguinte, algo que faria numa noite. Entrámos no parque de estacionamento e passámos mesmo atrás da pick-up da nova rapariga, reconhecia devido àquela tarde em que eu e a Rosalie tínhamos vindo buscar os carros ao recinto escolar, e a nova aluna se encontrava do outro lado do estacionamento a observar-nos atentamente. Saímos do carro e seguimos para o pavilhão das aulas pois o toque para a entrada já tinha soado. Cheguei à porta da sala de biologia e o Sr.Banner ainda estava a entrar.
-Bom dia, menina Cullen! – Disse ele com uma grande saudação.
-Bom dia! – Respondi delicadamente.
Entrei, sentei-me, e estive na hora seguinte a ouvir uma explicação sobre células, e na última parte da aula sobre uma visita de estudo que julgo que se realizaria dentro de três dias. Mais duas horas de aulas passaram, e chegou a hora do almoço.
-Vamos para casa? – Disse eu sentando-me na mesa da cantina.
-Sim, hoje vamos todos juntos… - Respondeu a Alice agarrando-se ao braço do Jasper.
Dirigimo-nos todos para o parque de estacionamento, colocámo-nos junto dos carros e eu, a Rosalie, o Jasper e a Alice começámos a falar e como estava a cair uma chuva miudinha a Alice e a Rosalie tinham ambas um chapéu-de-chuva aberto e o da minha irmã loira cobria-me a cabeça. Reparei que o Emmett estava dentro do carro a olhar para umas folhas, calculei que fosse algo relacionado com as aulas, enquanto Edward se mantinha encostado ao seu automóvel com os olhos postos na nova rapariga que se encontrava também a olhar para ele, mesmo que fosse por detrás do cabelo castanho, parada também encostada à sua Cheverolet de cor vermelha…Não sabia bem se aquela “ligação” seria boa, mas não poderia impedi-la visto que ainda não tinha causado qualquer problema. Continuámos a conversa por mais algum tempo até que se ouviu o chiar de uns pneus a derrapar da estrada húmida em direcção da nova aluna, Isabella. A carrinha que ia contra ela era preta e grande e ia a uma velocidade que se embatesse em qualquer humano, seria fatal… Até que algo aconteceu, a carrinha parou a uma distância considerável à qual a rapariga se encontrava, achei estranho ter parado assim, mas o que teria feito o veículo parar assim, será que havia ali algo, uma pedra que fizesse a carrinha parar, mas mesmo assim não teria a força suficiente. Houve uma ideia que me passou pela mente, algo que eu esperasse que não correspondesse à verdade, olhei para o lado e a imagem do meu irmão já não se encontrava onde eu esperava que ela estivesse, olhei para a Rosalie e a sua expressão era de reprovação, olhei para a Alice e encontrei um olhar fundo e penetrante no que via, fitei Jasper e este olhou-me nos olhos com um rosto que representava tudo menos contentamento. Sim, tinha acontecido o que eu mais temia, o Edward tinha salvado a rapariga de morte certa, empurrando a carrinha para longe dela. Não que dizer que salvá-la tivesse sido mau, não tinha nada contra ela, mas ela iria desconfiar, e com ela não se sabe mais quantos tinham visto a cena que se passara à minutos atrás, mas quem tivesse com a mínima atenção iria desconfiar. Então, ele estava a metros de distância dela, como teria ele alcançá-la com tal rapidez e agilidade?! Podia não ler pensamentos como Edward, mas tinha a certeza que eram estas as questões que nesse momento ocorriam na mente de Isabella. A minha cara era de espanto ao ver a cena, entrei no carro de Rosalie e os outros para os respectivos carros e fomos para casa.
-Porque é que ele fez aquilo? Ele é parvo? Não percebo, ele deve querer que a humanidade descubra que nós somos na realidade… - Disse a Rosalie quase a gritar de tão exaltada que estava.
-Também não percebo, ele passou dos limites, se alguém viu, a nossa verdadeira identidade pode ser descoberta, e nós não podemos correr esse perigo!
-Se alguém descobre o que nós somos por causa deste estúpido acontecimento – ao dizer isto, a Rosalie fechava os olhos tentando-se controlar, mesmo estando a conduzir – eu nem sei o que faço – disse ela voltando a abrir os olhos.
-Isto é muito grave… Vamos para o hospital Rosalie, temos de falar com o Carlisle.
-É isso mesmo!
Começámos o caminho para o hospital, não era muito longe, aliás na pequena cidade de Forks nada era de longas distâncias. Entrámos no hospital e a Rosalie entrou descaradamente pelo corredor a dentro, eu ia mais atrás, pelo que a Sra. Smith, que era uma senhora na casa dos 30 anos, encontrava-se na recepção, e depressa se levantou ao ver a reacção da minha irmã.
-Olhe, menina, desculpe mas não pode entrar assim! – Disse a Sra. Smith acenando a Rosalie.
Rosalie parou, e virou-se devagar, calculei que fosse para não atacar aquela frágil e delicada mulher.
-Oiça minha senhora – Disse Rosalie aproximando-se dela com o seu cabelo loiro a esvoaçar devido à corrente de ar que se fazia nos corredores do hospital – Eu tenho mais que fazer do que aturar as suas regras e as deste hospital, tenho problemas bem mais importantes!
-Minha menina, não tenho nada a ver com isso… Não pode entrar aqui sem motivo, se assim fosse toda a gente que entrasse aqui iria fazer o mesmo e não haveria ordem.
-Tem calma Rosalie… – Disse eu aproximando-me dela.
-Boa tarde menina Cullen – Disse a mulher olhando para mim fazendo um sorriso – Pode ir ter com o seu pai ao consultório, não a acompanho porque agora tenho de resolver umas coisas com esta menina. – Podia ir àquele hospital milhares de vezes, mas a Sra. Smith acompanhava-me sempre ao consultório do meu pai, no fundo sabia que ela tinha uma paixoneta por ele.
-Pois para que a senhora saiba, eu também sou uma Cullen! – Disse a Rosalie percebendo o que se passava – Deixe-me apresentar, chamo-me Rosalie Hale, mas pertenço há família Cullen, sou irmã desta menina aqui ao meu lado que se chama Sidney Cullen, tenho o meu pai Carlisle Cullen lá dentro, e uma data de assuntos para tratar, será que já posso entrar?! – Ao final deste discurso fui com a mão à cabeça, e a expressão era da Sra. Smith era de espanto e vergonha ao mesmo tempo.
-O que se passa aqui?! – Era a melodiosa voz do meu pai que estava atrás de mim e da Rosalie e colocou os braços à volta dos ombros de cada uma de nós, e dei-lhe um leve beijo na face.
-O que se passa aqui Carlisle é que parece que esta senhora não me queria deixar ir falar contigo.
-Desculpe Dr. Carlisle, não era minha intenção, mas como nunca tinha visto a menina por aqui, não posso deixar qualquer pessoa entrar. – Dava para ver que a Sra. Smith estava preocupada com a impressão que iria deixar no meu pai.
-Não se preocupe Sra. Smith, a Rosalie exagera um pouco, peço desculpa se ela foi indelicada para consigo.
-Não não, de maneira alguma, foi muito respeitadora. – Tanto eu como a recepcionista sabíamos que isso não correspondia à verdade.
-Obrigada Sra. Smith, vamos para o meu consultório, penso que só terei outro paciente daqui a meia hora portanto tenho tempo.
-É isso mesmo doutor – Disse ela faltando só babar-se para cima do Carlisle.
Virámos as costas à mulher e dirigimo-nos ao consultório do Carlisle. Entrámos e vimos a secretária, à esquerda uma maca e à direita um armário com alguns remédios. Eu e a Rosalie sentámo-nos nas cadeiras que eram destinadas aos pacientes, e o Carlisle sentou-se na cadeira destinada ao médico do outro lado da secretária.
-Então o que é que se passa meninas?
-O que se passa é que o Edward cometeu o maior erro que jamais alguém cometeu! – Exclamou a Rosalie cruzando os braços e começando a bater o pé de impaciência.
-O que fez o Edward? - Disse o Carlisle juntando as mãos e enrugando a testa em sinal de confusão.
-Salvou a tal nova rapariga, Bella ou lá o que é, da morte certa!
-Então e isso é suposto ser mau?
-CARLISLE! Ele correu a uma velocidade sobre-humana o parque de estacionamento do recinto escolar só para a salvar, nós estávamos numa ponta e ela noutra, quem estava com a mínima atenção reparou de certeza, logo vai perceber que não somos humanos normais, aliás se for minimamente esperto, percebe que nem somos humanos. – Rosalie estava nervosa.
Carlisle levantou-se da cadeira pondo-se de pé olhando o vazio da janela com um olhar pensativo. De repente alguém bate à porta chamando-nos a atenção.
-Entre… - Disse o Carlisle.
Era o Edward com um ar um pouco abatido.
…
A manhã seguinte tinha chegado, já se via o sol a nascer nas colinas do horizonte ainda com uma cor rosada por ainda ser de madrugada. Emmett e eu acabamos a nossa “refeição” e tinha sido uma grande caçada. Chegámos a casa e encontrámos um grande quadro de família, na sala estavam a Rosalie que depressa se levantou e beijou o seu amado Emmett, o Edward e a Alice na cozinha juntamente com o Carlisle, a Esme e o meu irmão mais novo o Jasper, como estava na hora de irmos para a escola, subi as escadas para trocar de roupa.
-Edward, vou só trocar de roupa e desço já… - Disse eu subindo as escadas.
-Ok pirralha, mas despacha-te! – Exclamou ele com aquele termo que eu mais odiava.
Entrei no meu quarto, abri o guarda-roupa e encontrei umas calças cinzentas, com um par de sapatos pretos e uma camisola preta e com pormenores cinzentos, dirigi-me à casa de banho, que só usava mesmo para tratar do cabelo que por norma usava solto, mas tinha de o pentear e por vezes encaracolar para ficar com breves ondas, nesse dia apenas peguei na escova e alisei o cabelo que já era liso por natureza. Peguei na mala e no caderno, e depressa desci as escadas, passei pelo meu pai e pela minha mãe dei um beijo a cada um e fui até ao carro prateado que já estava à minha espera com o meu irmão lá dentro, entrei e durante toda a viagem estivemos a falar num trabalho que tínhamos de apresentar para a semana seguinte, algo que faria numa noite. Entrámos no parque de estacionamento e passámos mesmo atrás da pick-up da nova rapariga, reconhecia devido àquela tarde em que eu e a Rosalie tínhamos vindo buscar os carros ao recinto escolar, e a nova aluna se encontrava do outro lado do estacionamento a observar-nos atentamente. Saímos do carro e seguimos para o pavilhão das aulas pois o toque para a entrada já tinha soado. Cheguei à porta da sala de biologia e o Sr.Banner ainda estava a entrar.
-Bom dia, menina Cullen! – Disse ele com uma grande saudação.
-Bom dia! – Respondi delicadamente.
Entrei, sentei-me, e estive na hora seguinte a ouvir uma explicação sobre células, e na última parte da aula sobre uma visita de estudo que julgo que se realizaria dentro de três dias. Mais duas horas de aulas passaram, e chegou a hora do almoço.
-Vamos para casa? – Disse eu sentando-me na mesa da cantina.
-Sim, hoje vamos todos juntos… - Respondeu a Alice agarrando-se ao braço do Jasper.
Dirigimo-nos todos para o parque de estacionamento, colocámo-nos junto dos carros e eu, a Rosalie, o Jasper e a Alice começámos a falar e como estava a cair uma chuva miudinha a Alice e a Rosalie tinham ambas um chapéu-de-chuva aberto e o da minha irmã loira cobria-me a cabeça. Reparei que o Emmett estava dentro do carro a olhar para umas folhas, calculei que fosse algo relacionado com as aulas, enquanto Edward se mantinha encostado ao seu automóvel com os olhos postos na nova rapariga que se encontrava também a olhar para ele, mesmo que fosse por detrás do cabelo castanho, parada também encostada à sua Cheverolet de cor vermelha…Não sabia bem se aquela “ligação” seria boa, mas não poderia impedi-la visto que ainda não tinha causado qualquer problema. Continuámos a conversa por mais algum tempo até que se ouviu o chiar de uns pneus a derrapar da estrada húmida em direcção da nova aluna, Isabella. A carrinha que ia contra ela era preta e grande e ia a uma velocidade que se embatesse em qualquer humano, seria fatal… Até que algo aconteceu, a carrinha parou a uma distância considerável à qual a rapariga se encontrava, achei estranho ter parado assim, mas o que teria feito o veículo parar assim, será que havia ali algo, uma pedra que fizesse a carrinha parar, mas mesmo assim não teria a força suficiente. Houve uma ideia que me passou pela mente, algo que eu esperasse que não correspondesse à verdade, olhei para o lado e a imagem do meu irmão já não se encontrava onde eu esperava que ela estivesse, olhei para a Rosalie e a sua expressão era de reprovação, olhei para a Alice e encontrei um olhar fundo e penetrante no que via, fitei Jasper e este olhou-me nos olhos com um rosto que representava tudo menos contentamento. Sim, tinha acontecido o que eu mais temia, o Edward tinha salvado a rapariga de morte certa, empurrando a carrinha para longe dela. Não que dizer que salvá-la tivesse sido mau, não tinha nada contra ela, mas ela iria desconfiar, e com ela não se sabe mais quantos tinham visto a cena que se passara à minutos atrás, mas quem tivesse com a mínima atenção iria desconfiar. Então, ele estava a metros de distância dela, como teria ele alcançá-la com tal rapidez e agilidade?! Podia não ler pensamentos como Edward, mas tinha a certeza que eram estas as questões que nesse momento ocorriam na mente de Isabella. A minha cara era de espanto ao ver a cena, entrei no carro de Rosalie e os outros para os respectivos carros e fomos para casa.
-Porque é que ele fez aquilo? Ele é parvo? Não percebo, ele deve querer que a humanidade descubra que nós somos na realidade… - Disse a Rosalie quase a gritar de tão exaltada que estava.
-Também não percebo, ele passou dos limites, se alguém viu, a nossa verdadeira identidade pode ser descoberta, e nós não podemos correr esse perigo!
-Se alguém descobre o que nós somos por causa deste estúpido acontecimento – ao dizer isto, a Rosalie fechava os olhos tentando-se controlar, mesmo estando a conduzir – eu nem sei o que faço – disse ela voltando a abrir os olhos.
-Isto é muito grave… Vamos para o hospital Rosalie, temos de falar com o Carlisle.
-É isso mesmo!
Começámos o caminho para o hospital, não era muito longe, aliás na pequena cidade de Forks nada era de longas distâncias. Entrámos no hospital e a Rosalie entrou descaradamente pelo corredor a dentro, eu ia mais atrás, pelo que a Sra. Smith, que era uma senhora na casa dos 30 anos, encontrava-se na recepção, e depressa se levantou ao ver a reacção da minha irmã.
-Olhe, menina, desculpe mas não pode entrar assim! – Disse a Sra. Smith acenando a Rosalie.
Rosalie parou, e virou-se devagar, calculei que fosse para não atacar aquela frágil e delicada mulher.
-Oiça minha senhora – Disse Rosalie aproximando-se dela com o seu cabelo loiro a esvoaçar devido à corrente de ar que se fazia nos corredores do hospital – Eu tenho mais que fazer do que aturar as suas regras e as deste hospital, tenho problemas bem mais importantes!
-Minha menina, não tenho nada a ver com isso… Não pode entrar aqui sem motivo, se assim fosse toda a gente que entrasse aqui iria fazer o mesmo e não haveria ordem.
-Tem calma Rosalie… – Disse eu aproximando-me dela.
-Boa tarde menina Cullen – Disse a mulher olhando para mim fazendo um sorriso – Pode ir ter com o seu pai ao consultório, não a acompanho porque agora tenho de resolver umas coisas com esta menina. – Podia ir àquele hospital milhares de vezes, mas a Sra. Smith acompanhava-me sempre ao consultório do meu pai, no fundo sabia que ela tinha uma paixoneta por ele.
-Pois para que a senhora saiba, eu também sou uma Cullen! – Disse a Rosalie percebendo o que se passava – Deixe-me apresentar, chamo-me Rosalie Hale, mas pertenço há família Cullen, sou irmã desta menina aqui ao meu lado que se chama Sidney Cullen, tenho o meu pai Carlisle Cullen lá dentro, e uma data de assuntos para tratar, será que já posso entrar?! – Ao final deste discurso fui com a mão à cabeça, e a expressão era da Sra. Smith era de espanto e vergonha ao mesmo tempo.
-O que se passa aqui?! – Era a melodiosa voz do meu pai que estava atrás de mim e da Rosalie e colocou os braços à volta dos ombros de cada uma de nós, e dei-lhe um leve beijo na face.
-O que se passa aqui Carlisle é que parece que esta senhora não me queria deixar ir falar contigo.
-Desculpe Dr. Carlisle, não era minha intenção, mas como nunca tinha visto a menina por aqui, não posso deixar qualquer pessoa entrar. – Dava para ver que a Sra. Smith estava preocupada com a impressão que iria deixar no meu pai.
-Não se preocupe Sra. Smith, a Rosalie exagera um pouco, peço desculpa se ela foi indelicada para consigo.
-Não não, de maneira alguma, foi muito respeitadora. – Tanto eu como a recepcionista sabíamos que isso não correspondia à verdade.
-Obrigada Sra. Smith, vamos para o meu consultório, penso que só terei outro paciente daqui a meia hora portanto tenho tempo.
-É isso mesmo doutor – Disse ela faltando só babar-se para cima do Carlisle.
Virámos as costas à mulher e dirigimo-nos ao consultório do Carlisle. Entrámos e vimos a secretária, à esquerda uma maca e à direita um armário com alguns remédios. Eu e a Rosalie sentámo-nos nas cadeiras que eram destinadas aos pacientes, e o Carlisle sentou-se na cadeira destinada ao médico do outro lado da secretária.
-Então o que é que se passa meninas?
-O que se passa é que o Edward cometeu o maior erro que jamais alguém cometeu! – Exclamou a Rosalie cruzando os braços e começando a bater o pé de impaciência.
-O que fez o Edward? - Disse o Carlisle juntando as mãos e enrugando a testa em sinal de confusão.
-Salvou a tal nova rapariga, Bella ou lá o que é, da morte certa!
-Então e isso é suposto ser mau?
-CARLISLE! Ele correu a uma velocidade sobre-humana o parque de estacionamento do recinto escolar só para a salvar, nós estávamos numa ponta e ela noutra, quem estava com a mínima atenção reparou de certeza, logo vai perceber que não somos humanos normais, aliás se for minimamente esperto, percebe que nem somos humanos. – Rosalie estava nervosa.
Carlisle levantou-se da cadeira pondo-se de pé olhando o vazio da janela com um olhar pensativo. De repente alguém bate à porta chamando-nos a atenção.
-Entre… - Disse o Carlisle.
Era o Edward com um ar um pouco abatido.
…



2 comentários:
Olha a fic que eu tanto gosto ^^
Parabéns again Andreiazinha :D
Gostei muito deste capitulo.
Como tudisses'te, é muito melhor do qe o 5º, e eu ja tinha amado o 5º! xD
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