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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

CAPITULO 8 - Primeiros Ataques [Another Part Of Cullen]

Twilighters , aqui deixo mais um capitulo da minha fic "Another Part of Cullen".
Se tiverem curiosidade e quiserem ler os capitulos anteriores basta irem à barra lateral do site e procurarem o iten "ANOTHER PART OF CULLEN" e leiam !

Comentem com a vossa opinião ;D


Abrimos a porta de casa e já deveria ser o que os humanos chamam “a hora de jantar”, pela posição do sol escondido atrás das nuvens, deveria estar mesmo certa em relação à minha suspeita. Entrou a Rosalie apressadamente seguida de Carlisle e no fim da pequena fila, eu. Depressa apareceu Esme que deu um rápido beijo nos lábios de Carlisle e depois virou-se para nós.
-O vosso pai já me contou o que se passou…Vão ver que se vai tudo resolver.
-Vai-se tudo resolver? Esme por amor de deus, as pessoas não são parvas! Quer dizer às vezes são… Mas neste caso, não! – Disse Rosalie num tom de voz alterado.
-É verdade mãe, duvido que isto passe assim em branco… Ela notou tudo e está desconfiada! – Disse eu baixando a cabeça pois ninguém sabia da minha conversa com Isabella.
-O que disseste Sidney? – Perguntou Rosalie confusa.
-Sim, eu não disse nada porque não tinha achado oportuno no meio daquela confusão toda do hospital, mas a verdade é que tive a falar com a rapariga e…
-E… Sidney pode ser importante, diz. – Disse Carlisle pondo-me a mão no ombro.
-Ela disse-me que tinha percebido que era impossível ele ter chegado a ela tão depressa, ela também já notou que os nossos olhos mudam de cor e até já reparou que nos movemos com bastante agilidade… Ela notou tudo!
-PERFEITO! – Gritou Rosalie – ESPECTACULAR! – Gritou ela novamente.
-Controla-te Rose! – Disse Carlisle também num tom mais alto.
-Temos de admitir que é uma rapariga atenta. – Disse uma voz chilreante vinda da direcção das escadas, e depressa essa voz se transformou na sua portadora, era Alice.
-Isso é verdade, mas isto pode trazer inúmeros problemas para nós – Disse Esme.
-Pois é, e se isto avança para um nível mais grave, pode meter os Volturi ao barulho. – Relembrei eu.
-Isto tem de acabar, temos de tirar aquela miúda do mapa! – Disse Rosalie, nem acreditava que ela tinha dito aquilo.
-Calma amor, não e preciso tanto… - Disse Emmett vindo detrás de Rosalie, pousando-lhe as mãos nos ombros e dando-lhe um beijo no cabelo.
-Eu acho que era a melhor solução. – Ripostou Rosalie.
-Eu não acho, acho que estamos a fazer uma tempestade de um copo de água, penso que ela não nos irá dar problemas, ela deve ser de confiança. – Disse Alice brincando com dedos enrolados no cabelo.
-Tu estás doida, só pode! – Disse Rosalie parecendo que ia quase rebentar com a raiva que tinha acumulada dentro dela.
-Hey Rosalie calma! – Disse eu olhando para ela descruzando os braços.
-Não me peçam para ter calma, estou farta que me digam “Tem calma Rosalie” ou “Rosalie acalma-te”, parou!
-Tu estás muito alterada Rose, Sidney vai com a tua irmã lá para cima e tenta acalmá-la. – Disse-me Carlisle.
-Eu estou bem, não preciso de ajuda para nada – E ao dizer isto saiu porta fora com Emmett a segui-la.
-Isto há-de passar-lhe, eu conheço a Rosalie, vai voltar ao normal. – Disse eu para descansar os restantes que se encontravam na sala.
-Mas ela alguma vez foi normal? – Ripostou a Alice.
-Alice, tu com esses comentários também não ajudas – Disse eu olhando para ela com um sorriso a romper-se na cara.
-Oh – Disse ela levantando as mãos e fazendo um trejeito com a boca fazendo-me lembrar os bonecos que se vêem nas feiras muito rosados e queridos para as criancinhas. – Já não digo mais nada…
Aquela criatura de meia estrutura colocava-me sempre um sorriso na cara, tão irritante mas tão querida ao mesmo tempo, um dia gostava mesmo de perceber a essência da Alice, sempre me pareceu um ser muito complicado, mas amoroso. De repente ouvi um carro a estacionar na garagem pelo que me dirigi para lá, queria falar com Edward a sós. Quando lá cheguei já tinha saído do carro e estava a fechar a porta do Volvo prateado. Ao irromper pela porta ele olhou para mim e olhou para baixo encostando-se ao carro e olhando para a chaves da viatura.
-Se vieste para me criticar por ter salvo a vida àquela inocente podes dar meia-volta. – Resmungou ele.
-Não estou aqui para te julgar Edward…Sempre falámos sobre tudo, sabes que sempre foste o meu melhor amigo mas acima de tudo o meu irmão, conta-me, o que te prende assim tanto àquela rapariga?
-Não sei Sidney – Começou ele por dizer – Eu sinto algo por ela que só senti em relação a ti…
-Han?! Explica-te! – Aquela afirmação deixou-me de bastante confusa.
-Tu és minha irmã, e mesmo depois de sermos o que somos, e de tu teres uma defesa inigualável – Sim, em relação aos todos os vampiros que residiam naquela casa era eu quem possuía uma capacidade de defesa inigualável, tinha excelentes reflexos e quase que conseguia prever os ataques inimigos – Tu sabes que eu sempre fui muito protector em relação a ti, e sempre te protegi, mas agora não é só em relação a ti, é em relação a ela também, eu olho para ela e não consigo ler a mente dela, e não sei isso junta-se com tudo, com aquela fragilidade dela, e sinto que tenho de a proteger… É estranho!
-Sim, essa tua ideia de protecção em relação a mim, começa a ser patética, quer dizer, eu consigo defender esta família toda, e tu preocupaste comigo… - De repente relembrei-me que não era de mim que se falava mas sim de Edward, e então num pensamento involuntário, voltei à conversa inicial - Porque é que nunca me contaste nada disso? Sempre contámos tudo um ao outro…- Disse eu aproximando-me dele.
-Tive medo da tua reacção, eu sei que tu és contra relações entre humanos e vampiros, desculpa…
-Pois, tens razão, sou muito contra esse tipo de relações, e não concordo com o que tem acontecido ultimamente, e tenho de te chamar à razão… Edward… O que tu estás a fazer não está bem. – Disse-lhe eu tentando chamá-lo à razão.
-Não está bem? Diz-me desde quando é que salvar uma pessoa não está bem, não é correcto?!
-Não é a questão de salvá-la Edward… É simplesmente porque, não te estás a meter só a ti em perigo, como também a todos nós, a esta família.
-Eu sei, eu sei isso tudo, e também sei que já a quis matar e que agora tenho uma tentação enorme em protegê-la, mas eu não consigo…
-Edward, tens de te começar a controlar, ela já percebeu tudo…
-E eu quero lá saber!
-Já percebi que não queres falar mais, vou-me embora! – Virei costas desiludida e comecei a dirigir-me à porta da garagem.
-Espera! – Ao dizer isto virei-me. – Anda cá pirralha!
Fui para perto dele e ele abraçou-me.
-Desculpa se não te ter contado nada pirralha… - Disse-me ele junto ao ouvido. – Mas sabes que és uma das coisas mais importantes da minha vida!
-Esquece isso – Disse eu afastando-me dos braços dele – Mas daqui para a frente conta-me tudo!
-Contarei, acredita que sim… - Disse ele lançando-me um sorriso. – Como está a Rosalie, eu sei que ela se passa bastante com isto.
-Oh, está bem, o Emmett foi acalmá-la, mais tarde vou falar com ela, mas ela tem uma certa razão…
-Não comeces!
-Pronto, já não cá está quem falou…- Proferi eu ao levantar as mãos em sinal de que estava rendida.
-EDWARD, SIDNEY, VENHAM CÁ ACIMA! – Gritou Emmett.
Subimos as escadas que davam acesso à casa e entrámos na sala, e encontrei um belo quadro de família, Rosalie e Emmett unidos pelas mãos encostados à janelas do lado direito, Carlisle e Esme um de cada lado do sofá, e Alice e Jasper sentados juntos no sofá, todos com um ar tenso…
-Huuh, que mau humor… - Disse eu tremendo as mãos em sinal de um falso horror.
-Sidney, querida, agora não é tempo para brincadeiras! – Proferiu Carlisle chegando-se até mim.
-Carlisle isso é terrível! – Disse Edward com uma voz horrorizada. Boa já tinha lido a mente aos presentes na sala, agora eu era a única que não sabia o que se passava.
-A quem o dizes Edward, não sei que iremos fazer agora… Temos de tomar medidas, eles estão nas nossas terras, e podem-nos trazer problemas. – Referiu Carlisle com o queixo apoiado na mão.
-Mas o que é que se passa? – Perguntei eu olhando para todos os rostos da sala, nenhum me respondeu.
-Mas Carlisle, o que podemos fazer para travar este ataque? – Perguntou Emmett mantendo-se no seu lugar.
Ataque?! Ok, a pior palavra que podiam dizer à minha frente, tudo o que fosse “ataque”, “luta”, “combate”, desencadeava em mim uma certa alteração hormonal, como naquela família era a vampira com mais aptidões para defesa, essas palavras entravam no meu cérebro e atiçavam essa minha parte mais apurada de defesa. Senti os meus músculos a contrariarem-se, mas fechei os olhos, e voltei a abri-los e tudo tinha voltado ao normal.
-Calma Sidney… - Disse Jasper aproximando-se de mim deixando-me ainda mais calma, aquele poder de mudar as emoções até que era bastante bom.
-Não é propriamente um ataque Emmett – continuou Carlisle – É mais uma invasão, eles são nómadas, e acho que ainda só mataram duas pessoas, mas devem continuar por esta área durante mais algum tempo, portanto à que estar alerta.
-Da minha parte está descansado pai! – Exclamei eu percebendo o que se passava, um grupo de vampiros nómadas andava a atacar as populações das redondezas.
-Querida, não sei se será uma boa ideia andares também alerta. – Proferiu o meu pai aproximando-se de mim e pondo-me a mão no ombro.
-Porquê pai?! – Disse eu levantando-me do sofá onde me tinha sentado ao lado de Jasper já um pouco exaltada.
-Porque filha, tu és muito impulsiva na tua defesa, se eles se metem contigo, pode ser complicado…
-NÃO! Eu controlo-me, eu sei que sim, eu tenho esse poder. – Eu estava segura de que era capaz.
-Pronto, se tu o dizes, eu confio, mas pelo sim pelo não, fiquem de olho nela. – Disse Carlisle olhando para todos os restantes vampiros em nosso redor.
-Claro, estará sempre debaixo de olho, não te preocupes Carlisle – Opinou Edward mesmo atrás de mim, para ele era fácil controlar-me 24horas por dia, a sua capacidade de leitura de mentes era um bom método.
-Quantos são eles? – Perguntei eu dirigindo-me a Alice, calculei que fosse ela que tivesse visto alguma coisa nas suas visões.
-Não vi bem… - Começou Alice por dizer – Talvez três ou quatro, não consegui perceber bem, eles são muito instáveis, todas as visões que tenho deles são muito subjectivas, nunca posso dizer nada certo.
-Muito bem, se virem algum comportamento estranho, avisem! – Exclamou Carlisle. – Esta noite terei de ir caçar com a Esme.
-Tudo bem Carlisle, fica tudo controlado por aqui… - Avançou logo Rosalie, sempre que Carlisle e Esme se ausentavam era ela que por assim dizer tomava o controlo com o seu poder maternal.
-Obrigado querida! – Agradeceu a minha mãe a Rosalie fazendo um breve sorriso nos lábios.
…

quinta-feira, 23 de julho de 2009

"Another Part of Cullen" - Capitulo 7 : Diagnóstico


Hallo Twilighters :D

Eu sei que há muito tempo que não posto nenhum capitulo da minha fic pois não me tem sido possivel fazê-lo, mas hoje consegui ! Deixo-vos aqui o 7 capitulo da fic "Another Part of Cullen" .


Espero que gostem ;D


Comentem com a vossa opinião e leiam os capitulos anteriores que se encontram na barra lateral no site no iten "Another Part of Cullen"!!


Cumprimentos @'
Andreia Hale TC'


Capitulo 7 – Diagnóstico

-Espero que tenhas a plena consciência do que fizeste! – Atacou logo Rosalie levantando-se da cadeira dirigindo-se a Edward – Onde tinhas a cabeça para fazeres aquilo?!
-Calma Rosalie! – Disse o meu pai levantando-se da cadeira e pondo as mãos nos ombros da minha irmã.
-Calma? Calma Carlisle? Como é que posso ter calma, podemos ser descobertos à conta de uma estupidez de um salvamento!
-O quê, querias que a deixasse morrer, ali assim, esmagada por uma carrinha?
-Sim, por acaso sim, não era a primeira vez que vias uma morte ou que por tua causa alguém morria.
Reparei que aquela frase o tinha perturbado.
-Cala-te Rosalie! Não sabes o que dizes!
-Não sei o que digo? Achas que sou a única a ter esta opinião?! Enganas-te!
-Pois, realmente não é a única não… - Disse eu falando pela primeira vez, continuando sentada e sem virar o olhar na direcção de Edward.
-Tu também Sidney? – Disse ele olhando para mim, e eu cruzei o olhar com ele levantando-me.
-Eu também?! Edward, puseste a identidade desta família em causa!
De repente alguém bate à porta.
-Entre! – Exclamou o meu pai.
Era a Sra. Smith.
-Peço desculpa por interromper doutor, mas chamaram-no às urgências.
-Hmm, muito bem, falamos mais tarde, agora tenho de ir, se quiserem esperem aqui.
-Eu vou contigo pai. – Disse eu apressadamente.
-Muito bem, até já aos restantes, e não quero discussões.
Andámos em silêncio até às urgências, entrámos e reparei que estava um rapaz sentado com um grande golpe na cabeça, conhecia-o, andava no liceu de Forks. Olhei mais para a frente e vi logo uma forma de um homem de constituição média com uma farda azul e com breves riscas, era o chefe da polícia de Forks, Charlie Swan, um homem amável e sempre muito prestável, pelo menos comigo era assim.
-Boa tarde Chefe Swan!
-Boa tarde Sidney, tudo bem contigo? – Retribuiu ele com um sorriso a minha saudação.
-Vai-se indo, e o senhor?
-Sobrevivendo…
-Então o que o trouxe por cá?! – Perguntei eu.
Ele apontou-me para o lado, e seguindo-lhe o dedo indicador encontrei a sua filha, a nova rapariga da cidade, Isabella Swan. É claro! Era óbvia a razão pela qual ele estava ali, acho que com tudo o que tinha acontecido já nem raciocinava. Olhei-a de alto a baixo, e de facto nem um arranhão. Entretanto Carlisle juntou-se a nós e examinou-a, e começou a falar com Charlie. Eu continuava de pé a olhar para o ar, até que algo me chamou a atenção.
-Olá. – Ouvi eu, muito timidamente.
-Olá. – Respondi eu ignorando-a.
-Sidney não é? – Perguntou-me ela ficando cada vez mais vermelha nas bochechas.
-Sim, tu Isabella certo? – Perguntei eu fingindo estar interessada.
-Sim, só Bella.
-Já te disse uma vez, e volto-te a dizer, nunca trato ninguém pelo nome que lhes atribuem, pela alcunha, mas sim pelo nome que aparece no bilhete de identidade.
-Ah pois, desculpa…
-Não tem mal… Como estás?
-Aparentemente bem, não me magoei, e devo tudo ao teu irmão Edward, ele chegou até mim tão rapidamente…
NÃO ACREDITO! AHHHH! Ok, ela tinha percebido, e agora?!
-Que sorte… - Nem sabia o que responder.
-Não percebi foi como ele chegou tão rapidamente, ele estava contigo e com o resto dos teus irmãos do outro lado do estacionamento, e depois, num segundo, já estava ao meu lado!
BINGO! O EDWARD É O MELHOR!
-Ouve… Eu vou-te ser muito sincera, já percebi que há algo de estranho na vossa família, não quero que leves a mal, mas, os vossos olhos mudam de cor, pelo menos os do Edward, e os teus também, no dia em que vieste contra mim tinhas os olhos pretos, agora tens castanhos dourados, vocês mexem-se tão agilmente, que nem sei como é possível, principalmente para mim que sou super descoordenada, e agora isto…
É DESTA! ELA VAI DESCOBRIR TUDO! ELA JÁ TEM PISTAS, EU NÃO ACREDITO!
-Tu por acaso estás a chamar-me a mim e à minha família, de estranhos?! Espero bem que não… – Queria parecer má, irritada mas nem isso conseguia, os nervos estavam a consumir-me.
-Não, quer dizer sim, não… Ham… É que eu já percebi que vocês têm um segredo e…
-…e querias saber qual é. – Disse eu completando-lhe a frase.
-Não contaria a ninguém…
Era o que me mais faltava, uma humana insignificante a querer saber que eu era uma vampira, se não fossem os meus 100 anos de educação mandava-a para um sítio menos apropriado.
-Não há nada para saberes, e mesmo se houvesse, não era a ti de certeza que o iria contar. – Disse eu friamente, ao fazê-lo a rapariga baixou a cabeça vendo-se agora só o cabelo castanho em frente da face.
-Querida estás bem? – Perguntou o chefe Swan ao ver a rapariga de cabeça baixa.
-Sim pai está tudo bem… - Agora com uma expressão forçada de contentamento.
-Bem, Bella, pareces-me óptima pelo que podes ir para casa.
Ao dizer isto encostei-me ao meu pai agarrando-lhe no braço e encostando a cabeça ao seu ombro.
-Chefe Swan, se ela sentir tonturas ou algo do género, dirija-se imediatamente até ao hospital, ela aparentemente está bem, mas pode ter algum traumatismo que não tenha sido identificado ou algo do género, portanto alguma coisa, venham logo para aqui. – Dizia o meu pai a um ritmo acelerado.
-Com certeza doutor, ouviste Bella, alguma coisa diz! – Dizia o Charlie a olhar para a filha.
-Bem Sr.Swan pode aguardar mais uns minutinhos que é para a enfermeira dar uns comprimidos à Bella caso seja necessário, eu vou ter é de me retirar pois tenho um paciente agora.
-Tudo bem doutor, obrigado por tudo.
-Ora essa, não me agradeça, é o meu trabalho. – Disse o meu pai lançando um sorriso – Toma conta de ti Bella, se me dão licença.
-Adeus Chefe Swan – Dizia eu acenando ao senhor com o qual eu tanto simpatizava, continuando de braço dado com o meu pai.
-Adeus Sidney. – Disse ele com um sorriso na cara.
Ficaram para trás a Isabella e o seu pai. Chegámos cá fora e no corredor encontravam-se o Edward e a Rosalie a falar presumo eu, aproximamo-nos deles.
-Não discutiram pois não? – Perguntou Carlisle olhando para o dois com um olhar desconfiado.
-Não, eu não tenho nada para falar com ele – Disse a Rosalie virando costas a Edward.
-Rosalie, não sejas assim… - Dizia o Carlisle – Tens de ter calma, o que aconteceu não pode voltar a acontecer é certo, mas ele salvou-a, acho que isso recompensa tudo.
-Alguém que me compreende minimamente! – Ecoou Edward sem tirar os olhos do chão.
-Ouve, Rose, ela está ali dentro, com vida, sem um único arranhão, graças a ele, pois se não fosse o Edward… Ela tinha morrido!
Edward estremeceu ao ouvir as palavras do nosso pai.
-Não me interessa, será que eu e a Sid somos as únicas que vemos o perigo que isto pode trazer para todos nós?
Nesse momento ouviu-se um suspiro ao fundo do corredor, ela a Isabella ali encostada.
-Posso falar contigo? – Disse ela dirigindo a sua voz a Edward.
-Rosalie, Sidney… - Proferiu Carlisle em sinal de que estava na hora de sair dali para eles falarem.
Eu mudei logo o meu rumo como o meu pai pedira, Rosalie ainda ripostou um pouco, mas depressa se voltou também.
Já não estava a gostar muito daquela história, ela estava a desconfiar e não era pouco, acho que daqui para a frente iria começar a confiar no sexto sentido de Rosalie, pois ela eventualmente começava a ter razão em relação ao facto de ela achar que aquela rapariga ainda ia dar problemas.
…

sexta-feira, 3 de julho de 2009

6º Capitulo [ Another Part Of Cullen ]


Hallo Twilighters :D
Aqui deixo mais um capitulo da minha fanfic "Another Part Of Cullen" [ Capitulo 6 ].
Se não leram os capitulos anteriores dirijam-se à coluna lateral no site e carreguem onde diz "ANOTHER PART OF CULLEN" .
Peço também que leiam e comentem, é muito bom saber a vossa opinião!

Cumprimentos @'
Team Cullen.

Andreia TC'




Capitulo 6 – Desconfianças

A manhã seguinte tinha chegado, já se via o sol a nascer nas colinas do horizonte ainda com uma cor rosada por ainda ser de madrugada. Emmett e eu acabamos a nossa “refeição” e tinha sido uma grande caçada. Chegámos a casa e encontrámos um grande quadro de família, na sala estavam a Rosalie que depressa se levantou e beijou o seu amado Emmett, o Edward e a Alice na cozinha juntamente com o Carlisle, a Esme e o meu irmão mais novo o Jasper, como estava na hora de irmos para a escola, subi as escadas para trocar de roupa.
-Edward, vou só trocar de roupa e desço já… - Disse eu subindo as escadas.
-Ok pirralha, mas despacha-te! – Exclamou ele com aquele termo que eu mais odiava.
Entrei no meu quarto, abri o guarda-roupa e encontrei umas calças cinzentas, com um par de sapatos pretos e uma camisola preta e com pormenores cinzentos, dirigi-me à casa de banho, que só usava mesmo para tratar do cabelo que por norma usava solto, mas tinha de o pentear e por vezes encaracolar para ficar com breves ondas, nesse dia apenas peguei na escova e alisei o cabelo que já era liso por natureza. Peguei na mala e no caderno, e depressa desci as escadas, passei pelo meu pai e pela minha mãe dei um beijo a cada um e fui até ao carro prateado que já estava à minha espera com o meu irmão lá dentro, entrei e durante toda a viagem estivemos a falar num trabalho que tínhamos de apresentar para a semana seguinte, algo que faria numa noite. Entrámos no parque de estacionamento e passámos mesmo atrás da pick-up da nova rapariga, reconhecia devido àquela tarde em que eu e a Rosalie tínhamos vindo buscar os carros ao recinto escolar, e a nova aluna se encontrava do outro lado do estacionamento a observar-nos atentamente. Saímos do carro e seguimos para o pavilhão das aulas pois o toque para a entrada já tinha soado. Cheguei à porta da sala de biologia e o Sr.Banner ainda estava a entrar.
-Bom dia, menina Cullen! – Disse ele com uma grande saudação.
-Bom dia! – Respondi delicadamente.
Entrei, sentei-me, e estive na hora seguinte a ouvir uma explicação sobre células, e na última parte da aula sobre uma visita de estudo que julgo que se realizaria dentro de três dias. Mais duas horas de aulas passaram, e chegou a hora do almoço.
-Vamos para casa? – Disse eu sentando-me na mesa da cantina.
-Sim, hoje vamos todos juntos… - Respondeu a Alice agarrando-se ao braço do Jasper.
Dirigimo-nos todos para o parque de estacionamento, colocámo-nos junto dos carros e eu, a Rosalie, o Jasper e a Alice começámos a falar e como estava a cair uma chuva miudinha a Alice e a Rosalie tinham ambas um chapéu-de-chuva aberto e o da minha irmã loira cobria-me a cabeça. Reparei que o Emmett estava dentro do carro a olhar para umas folhas, calculei que fosse algo relacionado com as aulas, enquanto Edward se mantinha encostado ao seu automóvel com os olhos postos na nova rapariga que se encontrava também a olhar para ele, mesmo que fosse por detrás do cabelo castanho, parada também encostada à sua Cheverolet de cor vermelha…Não sabia bem se aquela “ligação” seria boa, mas não poderia impedi-la visto que ainda não tinha causado qualquer problema. Continuámos a conversa por mais algum tempo até que se ouviu o chiar de uns pneus a derrapar da estrada húmida em direcção da nova aluna, Isabella. A carrinha que ia contra ela era preta e grande e ia a uma velocidade que se embatesse em qualquer humano, seria fatal… Até que algo aconteceu, a carrinha parou a uma distância considerável à qual a rapariga se encontrava, achei estranho ter parado assim, mas o que teria feito o veículo parar assim, será que havia ali algo, uma pedra que fizesse a carrinha parar, mas mesmo assim não teria a força suficiente. Houve uma ideia que me passou pela mente, algo que eu esperasse que não correspondesse à verdade, olhei para o lado e a imagem do meu irmão já não se encontrava onde eu esperava que ela estivesse, olhei para a Rosalie e a sua expressão era de reprovação, olhei para a Alice e encontrei um olhar fundo e penetrante no que via, fitei Jasper e este olhou-me nos olhos com um rosto que representava tudo menos contentamento. Sim, tinha acontecido o que eu mais temia, o Edward tinha salvado a rapariga de morte certa, empurrando a carrinha para longe dela. Não que dizer que salvá-la tivesse sido mau, não tinha nada contra ela, mas ela iria desconfiar, e com ela não se sabe mais quantos tinham visto a cena que se passara à minutos atrás, mas quem tivesse com a mínima atenção iria desconfiar. Então, ele estava a metros de distância dela, como teria ele alcançá-la com tal rapidez e agilidade?! Podia não ler pensamentos como Edward, mas tinha a certeza que eram estas as questões que nesse momento ocorriam na mente de Isabella. A minha cara era de espanto ao ver a cena, entrei no carro de Rosalie e os outros para os respectivos carros e fomos para casa.
-Porque é que ele fez aquilo? Ele é parvo? Não percebo, ele deve querer que a humanidade descubra que nós somos na realidade… - Disse a Rosalie quase a gritar de tão exaltada que estava.
-Também não percebo, ele passou dos limites, se alguém viu, a nossa verdadeira identidade pode ser descoberta, e nós não podemos correr esse perigo!
-Se alguém descobre o que nós somos por causa deste estúpido acontecimento – ao dizer isto, a Rosalie fechava os olhos tentando-se controlar, mesmo estando a conduzir – eu nem sei o que faço – disse ela voltando a abrir os olhos.
-Isto é muito grave… Vamos para o hospital Rosalie, temos de falar com o Carlisle.
-É isso mesmo!
Começámos o caminho para o hospital, não era muito longe, aliás na pequena cidade de Forks nada era de longas distâncias. Entrámos no hospital e a Rosalie entrou descaradamente pelo corredor a dentro, eu ia mais atrás, pelo que a Sra. Smith, que era uma senhora na casa dos 30 anos, encontrava-se na recepção, e depressa se levantou ao ver a reacção da minha irmã.
-Olhe, menina, desculpe mas não pode entrar assim! – Disse a Sra. Smith acenando a Rosalie.
Rosalie parou, e virou-se devagar, calculei que fosse para não atacar aquela frágil e delicada mulher.
-Oiça minha senhora – Disse Rosalie aproximando-se dela com o seu cabelo loiro a esvoaçar devido à corrente de ar que se fazia nos corredores do hospital – Eu tenho mais que fazer do que aturar as suas regras e as deste hospital, tenho problemas bem mais importantes!
-Minha menina, não tenho nada a ver com isso… Não pode entrar aqui sem motivo, se assim fosse toda a gente que entrasse aqui iria fazer o mesmo e não haveria ordem.
-Tem calma Rosalie… – Disse eu aproximando-me dela.
-Boa tarde menina Cullen – Disse a mulher olhando para mim fazendo um sorriso – Pode ir ter com o seu pai ao consultório, não a acompanho porque agora tenho de resolver umas coisas com esta menina. – Podia ir àquele hospital milhares de vezes, mas a Sra. Smith acompanhava-me sempre ao consultório do meu pai, no fundo sabia que ela tinha uma paixoneta por ele.
-Pois para que a senhora saiba, eu também sou uma Cullen! – Disse a Rosalie percebendo o que se passava – Deixe-me apresentar, chamo-me Rosalie Hale, mas pertenço há família Cullen, sou irmã desta menina aqui ao meu lado que se chama Sidney Cullen, tenho o meu pai Carlisle Cullen lá dentro, e uma data de assuntos para tratar, será que já posso entrar?! – Ao final deste discurso fui com a mão à cabeça, e a expressão era da Sra. Smith era de espanto e vergonha ao mesmo tempo.
-O que se passa aqui?! – Era a melodiosa voz do meu pai que estava atrás de mim e da Rosalie e colocou os braços à volta dos ombros de cada uma de nós, e dei-lhe um leve beijo na face.
-O que se passa aqui Carlisle é que parece que esta senhora não me queria deixar ir falar contigo.
-Desculpe Dr. Carlisle, não era minha intenção, mas como nunca tinha visto a menina por aqui, não posso deixar qualquer pessoa entrar. – Dava para ver que a Sra. Smith estava preocupada com a impressão que iria deixar no meu pai.
-Não se preocupe Sra. Smith, a Rosalie exagera um pouco, peço desculpa se ela foi indelicada para consigo.
-Não não, de maneira alguma, foi muito respeitadora. – Tanto eu como a recepcionista sabíamos que isso não correspondia à verdade.
-Obrigada Sra. Smith, vamos para o meu consultório, penso que só terei outro paciente daqui a meia hora portanto tenho tempo.
-É isso mesmo doutor – Disse ela faltando só babar-se para cima do Carlisle.
Virámos as costas à mulher e dirigimo-nos ao consultório do Carlisle. Entrámos e vimos a secretária, à esquerda uma maca e à direita um armário com alguns remédios. Eu e a Rosalie sentámo-nos nas cadeiras que eram destinadas aos pacientes, e o Carlisle sentou-se na cadeira destinada ao médico do outro lado da secretária.
-Então o que é que se passa meninas?
-O que se passa é que o Edward cometeu o maior erro que jamais alguém cometeu! – Exclamou a Rosalie cruzando os braços e começando a bater o pé de impaciência.
-O que fez o Edward? - Disse o Carlisle juntando as mãos e enrugando a testa em sinal de confusão.
-Salvou a tal nova rapariga, Bella ou lá o que é, da morte certa!
-Então e isso é suposto ser mau?
-CARLISLE! Ele correu a uma velocidade sobre-humana o parque de estacionamento do recinto escolar só para a salvar, nós estávamos numa ponta e ela noutra, quem estava com a mínima atenção reparou de certeza, logo vai perceber que não somos humanos normais, aliás se for minimamente esperto, percebe que nem somos humanos. – Rosalie estava nervosa.
Carlisle levantou-se da cadeira pondo-se de pé olhando o vazio da janela com um olhar pensativo. De repente alguém bate à porta chamando-nos a atenção.
-Entre… - Disse o Carlisle.
Era o Edward com um ar um pouco abatido.
…

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Another Part of Cullen - 5º Capitulo.


Hey Twilighters , deixo aqui mais um capitulo da minha fic "Another Part of Cullen".
Peço-vos que comentem a fic para saber a vossa opinião sobre o meu trabalho.

Se não acompanham a fanfic desde o inicio dirijam-se à etiqueta das fanfics e vejam lá todos os capitulos anteriores.

Espero que gostem ;D



Andreia TC'





Capitulo 5 – Caçada

Tocou para a entrada, olhei nos olhos do meu irmão, e reparei que ele também fixava os meus, ficámos assim uns momentos, como se estivéssemos a falar por transmissão de pensamentos, sei que da parte de Edward isso acontecia, mas na minha era mesmo pelo facto de conhecer o meu irmão como a palma da minha mão.
Levantei-me da cadeira da mesa onde habitualmente nos sentávamos e dirigi-me para o corredor das salas de aula, senti a presença de mais cinco vampiros atrás de mim, pelo qual, um deles me meteu a mão no ombro, fazendo-me automaticamente virar para trás. Era a Rosalie, com o seu cabelo loiro meio ondulado, comprido, e com uma beleza incontornável.
-Está tudo bem? – Perguntou ela com um ar preocupado. Eu era uma das únicas pessoas com as quais Rosalie era amável, por vezes também conseguia ser má, mas eu sei que ela também me considerava a sua melhor amiga.
-Espero que sim, estou preocupada em relação ao Edward só isso…
-Hmm… Estás tu e estamos todos, não sei como é que ele foi deixar que isto acontecesse, com uma rapariga insignificante como aquela.
-Ele não tem culpa, por ele ser o que é, é que tem aquele instinto e aquela sede, não porque queira! – E eu sabia que a Rosalie entendia bem ao que me estava a referir, pois de todos nós, era a ela que custava mais aceitar o que éramos.
-Pois, compreendo que sim, mas acredita, depois disto, continuo a acreditar que ela ainda nos vai trazer problemas…
Desta vez não podia ripostar, não podia ter a certeza de que isso não iria acontecer, por isso entrei na sala de cálculo, e preparei-me para mais uma hora de aborrecimento total.
* * *
Estive a aula toda a especular o que se passava numas salas abaixo, e finalmente a aula tinha acabado. Levantei-me e dirigi-me à sala de biologia. Mas para meu espanto, foi no caminho que encontrei algo do qual não estava à espera. O Edward, e a nova aluna a falarem juntos aos cacifos. Fiquei abismada com o que vi, não esperava que algo assim acontecesse, não que não fosse bom, pois era sinal que tudo tinha corrido bem, mas por outro lado… Não sei era bom termos assim tanto relacionamento com humanos, o único de nós que o podia fazer sem quaisquer problemas quer de perigo, quer de revelação da nossa verdadeira identidade, era o Carlisle, e de certa forma eu também, pois como ia muitas vezes com o Carlisle para o hospital, tinha um grande autocontrolo e cuidado, mas nunca arriscava demais.
Reparei que a conversa deles continuava, pelo que segui para a cantina. Entrei e dirigi-me para a mesa onde os meus restantes irmãos já se encontravam.
-Onde está o Edward? – Disse a Alice olhando para mim com admiração.
-Nem vão acreditar…
-O que se passa?! – Perguntou o Jasper também curioso.
Nesse momento oiço a porta da cantina a abrir, e era ele quem lá vinha.
-Perguntem-lhe! – Disse eu abanando a cabeça na direcção de Edward. Não tinha um espelho à frente mas podia calcular que a minha expressão não era a mais amigável.
Sentou-se junto a mim na mesa, como habitualmente acontecia.
-O que se passa? – Sussurrou-me ao ouvido.
-Não vamos falar aqui! Falamos mais logo.
Ele já sabia do que se tratava… Por vezes odiava que ele me lesse a mente, mas não podia fazer nada contra isso.
Durante o resto do almoço não disse uma única palavra, e reparei que na nossa mesa apenas quatro vozes melodiosas se ouviam, a de Jasper, Alice, Rosalie e Emmett, pois a de Edward também não se pronunciara uma única vez. As minhas aulas e as de Emmett já tinham acabado, pelo que fomos os dois juntos para casa no seu jipe.
-Olha, o que é que se passou com o Edward afinal? Não percebi… -Interrogou-me Emmett enquanto colocava as mãos no volante e os pés no acelerador.
-Ah pois, tu não sabes… Ele e a nossa a rapariga, parece que andavam a conversar!
-O quê? A sério?! Não parece nada do Edward, ele tenta-se sempre afastar dos humanos, sempre tão cauteloso, e mete-se a falar com uma humana, principalmente aquela humana… Ele ia deitando a nossa vida a perder por causa dela!
-Pois eu sei, imagina o meu espanto quando vi aquela cena toda no corredor dos cacifos.
-Imagino que sim, principalmente tu que és a super-protectora do Edward, conheço-te bem Sidney, sei como és… E para além disso, se ele a mordesse, ali à frente de tudo e de todos, ir-nos-ia denunciar, e iria meter a intervenção dos Volturi, o que não era nada agradável.
-Pois, era muito mau mesmo, só gostava de receber uma visita dos Volturi por causa do Caius, ele é meu padrinho para todos os efeitos, gosto bastante dele, mas há outros que não suporto como o Aro ou a Jane…
-Pois, calculo que sim.
-Enfim! Bem, mudando de assunto… Tenho de ir caçar… Queres vir comigo?
-Claro! Também já começo a precisar…
-Estava a pensar assim nuns ursos da montanha, que me dizes?
-Parece-me óptimo! Então passamos em casa para avisar a Esme e depois vamos, já sabes como é que ela é, mãe galinha.
-Mãe galinha mas é muito amável, e ambos sabemos disso.
-Muito mesmo devo muito àqueles dois!
-Completamente… O Carlisle e a Esme são duas das pessoas mais importantes na minha vida, criaram-me como os meus pais nunca o puderam fazer – Ao dizer isto senti a emoção vir ao de cima, era muito complicado para mim saber que os meus pais tinham morrido devido a uma estúpida doença.
-Bem, não vamos agora começar com sentimentalismos… - Disse o Emmett já começando a desviar de assunto, ele não era dado a sentimentalismos.
Estávamos a chegar à esquina que dava acesso à entrada da nossa casa, a uma entrada que eu achava linda, aliás eu achava aquela casa um sonho, digna de um filme, muito ampla, moderna, e por vezes mal podia imaginar que morava ali, por vezes pensava que vivia num conto de fadas, onde por vezes em vez de ser a fada, era a bruxa má, neste caso a vampira má, que mata tudo e todos sem piedade dos inocentes… Estes eram pensamentos que me passavam pela cabeça muitas vezes, por vezes verdadeiras parvoíces, mas nas quais eu acreditava fielmente neste meu pequeno mundo de luz e escuridão.
Entrei em casa atrás de Emmett, apareceu logo o corpo da mulher que me tinha criado, Esme, com cabelos cor de avelã e com aquele olhar doce que tranquilizava qualquer um.
-Mãe vamos caçar… - Disse eu chegando-me perto dela para lhe dar um leve beijo na face – Vou ligar ao pai a dizer que hoje não vou ter com ele ao hospital.
-Está bem querida… Pois liga ao Carlisle para o avisares!
Afastei-me de dois dos membros da minha família, encostando-me à janela a olhar o vazio com o telemóvel na mão a procurar o número do meu pai… Finalmente encontrei, esperei cerca de dois segundos até do outro lado se ouvir uma voz tão suave como seda.
-Estou?! – Exclamou a pessoa do outro lado.
-Pai é a Sidney!
-Como estás querida?
-Estou bem. Olha era só para avisar que hoje não vou ter contigo ao hospital porque vou caçar com o Emmett.
-Ah tudo bem, vai lá então, voltam amanhã de manhã?
-Creio que sim!
-Muito bem, toma cuidado, tu e o teu irmão! – Eu podia ter 1000 anos, que o Carlisle iria sempre dizer-me para ter cuidado.
-Ok pai, vá agora tenho de ir, beijinhos, adoro-te!
-Também eu filha.
Desliguei o telefone, e coloquei-o no bolso das calças que nesse dia eram de ganga. Voltei para junto de Esme e Emmett que estavam a conversar mas não percebi bem o assunto.
-Vamos Emmett?
-Vamos Sidney!
-Adeus mãe, até logo! – Nunca dizíamos “até amanhã” não fazia sentido para quem não dormia, visto que só íamos voltar na manhã seguinte.
-Adeus queridos! – Disse Esme acenando-nos.
Saímos porta fora à velocidade de uns furacões, próxima paragem, montanha!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

FanZone: Capitulo 3 e 4 da Fanfic da Andreia: "Another part of Cullen"

Olá queridos twilighters :DD
Hoje trazemos mais 2 capitulos da fanfic da Andreia Gouveia! Eu sei que já não postamos à bastante tempo, mas temos outras coisas para fazer certo??
Mas não percam a leitura. Estão fantásticos estes dois capitulos.
(Queridos, eu sei que os comentarios nao estão a dar, nos ja tentamos resolver isso, mas nao conseguimos :S! Mas eu queria pedir-vos para, se puderem mandar um e-mail, com o assunto 'Fic Andreia' para team.cullen@live.com.pt, a dar a vossa opinião e sugestões para a fic!
A sério malta, a Andreia precisa de vocês!)

Capitulo 3 – Nova Rapariga

Chegámos a casa, já Carlisle tinha chegado a casa, e já ele e Esme sabiam do sucedido com Edward, ambos um pouco transtornados com o que se passava.

-Sidney, posso falar contigo? – Disse Carlisle aproximando-se de mim.

-Claro que sim pai, vamos lá para fora…

Saímos, o dia estava cinzento como habitualmente acontecia na pequena cidade de Forks.

-Então pai, querias falar comigo? – Disse eu olhando para ele.

-Sim…A Alice contou-me o que aconteceu.

-Pois, eu estou um pouco preocupada, sabes como sou com o Edward, a irmã super-protectora – Disse baixando a cabeça, fazendo um trejeito na boca de descontento.

-Oh minha querida, quem dera a todos os irmão terem uma irmã como tu, sempre tão preocupada, mas não penses nisso, sabes que ele vai voltar… - Disse o Carlisle pondo-me o braço à volta dos ombros para me reconfortar.

-Obrigada pai, mas sabes que eu nunca gostei da Tanya.

-Mas sabes que ela vai tratar bem dele, e lá por não gostares dela, não quer dizer que ela seja má pessoa, bem, pessoa não é bem o termo indicado! – Exclamou Carlisle soltando uma pequena gargalhada com a troca de palavras.

-Pois, mas tu sabes como é que eu sou – Disse revirando os olhos.

-Por saber exactamente como és é que estamos a ter esta conversa, já sabia que essa cabecinha ia começar a fazer histórias…

-Sou imprevisível para toda a gente, menos para ti, impressionante!

-Meu amor, conheço-te a ti e aos teus irmãos como a palma da minha mão.

-Vamos para dentro, a Esme também não está muito bem.

*

Mais uma noite a jogar com o Emmett e a conversar com a Rosalie, mas agora tinha chegado a manhã, mais umas aulas, aquilo só podia ser castigo. Desta vez não tinha Edward para sair comigo para o liceu, e era uma sensação estranha saber que o meu irmão não estava à minha espera, aquilo apenas acontecia quando ele estava na caça. Sai de casa, entrei no meu carro e arranquei com o carro, tinha uma condução considerada perigosa pelos humanos, ia sempre ao dobro do limite de velocidade, por isso quando passava nas ruas internas da cidade, todas as pessoas que estavam nos passeios olhavam de olhos arregalados ao rasgo de luz que a minha viatura provocada na estrada devido à sua cor forte. Cheguei ao parque de estacionamento e já lá se encontravam os meus irmãos. Sai do carro pois ainda faltavam alguns minutos para as aulas começarem.

-Como é que aquela rapariga consegue? – Interrogou Jasper.

-O quê?! Não acompanhei o teu raciocínio amor – Disse a Alice levando a mão à cabeça em sinal de confusão.

-Aquela, a nova rapariga, ela não pára de olhar para nós, nunca ninguém nos olhou tanto para nós como ela, é estranho…

-Com uma carrinha como a dela, deve ser devido à inveja dos nossos carros – Disse o Emmett soltando uma gargalhada.

-Emmett és tão parvo, achas que é isso?! Claro que não, mas também não percebo o que se passa.

-Eu não te disse que ela ia dar problemas? – Disse a Rosalie sussurrando-me ao ouvido.

-Oh ela não causou problema nenhum, apenas olha para nós, deve ser curiosa.

-Até agora ainda não fez nada, mas vai fazer, eu sinto-o.

-Rosalie, não comeces com as tuas manias, a rapariga é uma simples humana, como todos nesta escola e nas outras onde já andámos, se nunca ninguém nos causou problemas, porque será esta frágil e invulgar humana que o vai fazer?

-Não sei, mas que ainda nos vai causar problemas, vai!

-Lá estás tu – Disse eu baixando a cabeça como que dando-me por derrotada, quando Rosalie metia uma coisa na cabeça, era difícil tirá-la.

-Já percebi que contigo não dá para falar, se te estou a dizer que ainda nos vai dar problemas…

-Rosalie, pára, está a tornar-se uma obsessão! – Disse eu já com um tom de voz mais alto.

-Mas tu importaste de te calar, vais engolir essas palavras todas!

-Hey, meninas, vamos lá acalmar – Disse o Emmett pondo-se entre mim e a Rosalie.

-Eu estou calma, vou andando para a aula, já reparei que aqui não dá para estar…

-É melhor ires, isto está a ficar feio – Disse a Alice virando-se para mim.

Virei costas aos meus irmãos e fui direita ao pavilhão onde iria ter espanhol.

*

A aula acabou, depois de muito espanhol falar, já que para mim era como falar o inglês, o francês, o alemão, línguas que considerava maternas, era afluente em todas.

Estava com o meu MP3 na mão, concentrada na música que iria colocar a tocar a seguir, até que fui contra alguma coisa.

Era a nova rapariga, pelo que tinha percebido era descoordenada nos seus passos, pois eu era coordenada o suficiente para nunca na minha existência ter ido contra alguém, a não ser contra aquela pequena e frágil humana a qual nem eu sequer sabia o nome, apenas o apelido Swan. De facto o Edward tinha toda a razão, a rapariga tinha um cheiro fora do comum, cheiro de sangue doce e suave, algo que não se explica, mas eu era muito controlada aos odores humanos, quase que me eram indiferentes, como em vida humana o meu sonho era ser médica, passava muito tempo com o Carlisle no hospital, e fui-me habituando ao longo do tempo, mas aquele cheiro ninguém podia negar que não era tentador.

-Desculpa…- Disse ela não levantando a cabeça e baixando-se para apanhar os livros que tinha deixado cair.

Baixem-me também apanhando alguns livros, reparei que tinha apanhado o de biologia e mais uns quantos de umas disciplinas. Reparei que numa fracção de segundo tinha apanhado mais de metade dos livros que a rapariga tinha apanhado desde que se baixou, será que tinha notado? Não me importei…

-Toma, estão aqui os teus livros – Disse eu esticando o braço com os livros da rapariga na mão.

-Obrigada. – Disse ela ficando rosada nas bochechas, rapariga estranha era o que se ocorria na minha cabeça, passava grande parte do tempo a olhar para nós, e agora tinha vergonha… Decidi apresentar-me, apesar de ter a certeza que ela já sabia o meu nome, quem se dava com Jessica sabia sobre este mundo e o outro.

-Bem, eu sou a Sidney, Sidney Cullen, prazer! – Disse eu ficando igualmente com a minha cara séria que geralmente aparentava.

-Olá! Eu sou a Bella… - Disse ela olhando finalmente para a minha cara.

-Bella...Interessante…Julgo que esse não seja mesmo o teu nome! – Disse eu fazendo o pequeno trajecto com a boca em sinal de desconfiança.

-Bem, não, é Isabella…- Disse ficando ainda mais corada.

-Ah pois, mas eu trato sempre as pessoas pelo nome, nunca pela alcunha que lhe dão. – E era mesmo assim que funcionava para mim, tratava sempre as pessoas pelo nome completo, nunca por meros nomes que lhes atribuíam.

-Ah, tudo bem…Tenho de ir… - E foi-se embora quase em passe de corrida, talvez porque estivesse constrangida.

-Adeus… - Disse eu voltando-me para a direcção da minha próxima sala, visto que ela se ia embora rapidamente.

Começava a achar aquela rapariga cada vez mais estranha…Será que afinal a Rosalie começava a ter uma certa razão?

…

Capitulo 4 – O Regresso

Dias se passaram e eu não tinha noticias de Edward, a não ser as visões subjectivas da Alice… Ela disse que ele iria voltar nessa tarde, e eu estava ansiosa por saber como ele estava, para mim, estar com Tanya não era propriamente estar bem, mas na minha família ninguém concordava comigo, todos achavam Tanya a mulher ideal para o Edward, mas eu não estava de acordo, para mim ela era muito falsa, não amava de verdade o meu irmão, acho que era mais amor carnal que amor sentimental. Ela sabia perfeitamente que eu não gostava nem um bocadinho dela, e isso assustava-a porque ela sabia que o facto de eu não gostar dela, podia significar maior dificuldade em conquistar Edward.

Estava agora a acabar a última aula do dia, faltava cerca de uma hora, era matemática com a Alice, era bom ter alguém como ela nas aulas, assim pelo menos não era tão aborrecido.

-Menina Cullen… - Gritou o professor de matemática, ambas olhámos, era muito frequente chamarem uma ou outra por ‘Menina Cullen’, pelo que olhávamos sempre as duas.

-Qual delas? – Disse eu abanando o dedo entre mim e Alice.

Isto era uma certa piada pessoal porque realmente nós não éramos meninas no sentido prático da palavra, pelo que Alice e eu nos riamos sempre que isso acontecia.

As aulas acabaram, nem me dei ao trabalho de esperar pelos meus restantes irmãos, fui directa ao meu carro, sabia que não era necessário levar ninguém, pois a Rosalie tinha levado o seu carro de manhã também. Entrei no carro e coloquei a minha música favorita do CD que tinha introduzido no rádio do automóvel, excepcionalmente era a única que gostava de rock, os outros gostavam de músicas mais clássicas… Não fazia de todo o meu género. A Esme dizia que o facto de eu gostar de rock tinha muito a ver com a minha forma de vestir porque eu usava sempre muito preto, azul escuro, roxo e rosa choque, eram as únicas cores que entravam no meu armário.

Cheguei a casa e agradeci aos Céus por vivermos numa área isolada porque só assim é que podia meter a velocidade máxima que conseguia e entrar em casa… Entrei e ouvi o completo silêncio, olhei em redor e a primeira coisa que me saiu da boca foi…

-EDWARD?! – Interroguei eu como se estivesse a falar para o vazio, mas eu sabia que ele estava lá, eu sentia-o.

Ele apareceu numa fracção de segundo à minha frente, não pensei duas vezes, abracei-o.

-Pensava que nunca mais ias voltar – Disse eu apertando-o como se não o visse há muito tempo.

-Se eu me fosse embora de vez, teria de voltar para te ir buscar, nunca te deixaria!

Largámo-nos, eu queria saber como ele estava.

-Como estás?

-Estou bem, por agora… Tenho medo de quando voltar a vê-la, de me descontrolar! – Disse ele baixando a cabeça.

-Eu compreendo-te… Ela realmente tem um cheiro tentador, não cheirava nada assim nos meus últimos 90 anos.

-Como sabes tu?! – Exclamou ele levantando a cabeça num movimento rápido e agora demonstrando uma expressão confusa na face.

-Fui contra ela esta manhã, e consegui cheirá-la é claro, é realmente um cheiro invulgar.

-A menina “o cheiro do sangue não me perturba”, anda a quebrar as suas “regras” pessoais? – Disse ele sendo irónico.

-Não! – Disse baixando os olhos – Posso ser resistente ao cheiro por estar demasiado tempo com o Carlisle no hospital, mas é claro que não me é indiferente, sendo eu o que sou, os odores não me passam despercebidos.

-Sidney, Sidney – Disse com sarcasmo dando-me umas palmadinhas nas costas – Ainda vais voltar a cair na tentação.

-Não vou não, nesta longa e dura vida de vampira, nunca mas nunca provei sangue humano, e não tenho intenções de o fazer.

-Esperemos que sim! Já eu não posso estar tão convicto disso… - Disse ele voltando a ficar desanimado.

-É claro que não vais ceder a tentação, tu és forte! – Disse-lhe agarrando-lhe na mão.

-Onde estão todos? – Perguntou Edward olhando em redor.

-Carlisle no hospital, Esme a caçar, os outros no liceu, aliás devem estar a chegar, eu é que vim a correr para casa, tinha de te ver…

-Irmã muito dedicada tu, tive saudades tuas pirralha – Pirralha, como eu odiava que ele me chamasse aquilo, era sempre assim que ele me intitulava.

De repente ouve-se a porta da entrada das traseiras a bater, calculei que fosse Esme a chegar.

-Edward, querido! – E era mesmo ela, vinha do lado das traseiras com os braços abertos em direcção a Edward.

-Olá Esme! – Disse Edward abraçando-a, ele também tinha um grande apreço por Esme e por Carlisle, afinal de contas tinham sido eles a criar-nos.

Entretanto chegaram Carlisle, Rosalie, Emmett, Alice e Jasper, todos saudaram Edward com grande contentamento, à excepção de Rosalie, a doce e ao mesmo tempo fria Rosalie.

Passou-se mais uma noite, desta vez passei o tempo todo com Rosalie, fechadas no meu quarto a falar sobre tudo, mas o meu pensamento recaia sobre Edward o tempo todo, a manhã seguinte iria significar muito para ele e automaticamente para todos nós, pois se ele se descontrolar-se, poderia nos denunciar a todos, mas ele tinha ido caçar esta noite, pelo que a sede seria menor e não seria tão difícil aguentar a pressão.

*

A manhã chegou, e os nervos também… Sabia que Edward tinha um grande auto-controlo, não tão grande como eu, mas sei que também o tinha, mas da maneira como desta vez a tentação o afectou, tinha medo que ele cedesse.

-SIDNEY! – Ouvi eu quando ainda estava no meu quarto a acabar de me vestir. Percebi que o som vinha do andar de baixo, pelo que respondi também num tom de voz mais elevado.

-O QUE É?! – Sabia perfeitamente quem era que me estava a chamar, e o porquê. Era o Edward, que me estava a chamar para ir para a escola. Odiava que me apressassem. Podia ser uma vampira com imensos anos, mas continuava a querer andar sempre apresentável.

-EU QUERO IR HOJE PARA A ESCOLA! – Gritou ele.

-OK, JÁ VOU DESCER!

Peguei na minha mala, e no meu caderno e desci as escadas apressadamente.

-Pronto Sr. Apressado estou pronta, vamos embora!

-Já não era sem tempo, mania de se preparar toda, parece que vais para uma festa! – Disse isto já abrindo a porta da rua e dirigindo-se para o carro.

-Eu não saiu de qualquer maneira de casa, já devias de estar habituado.

-Pois já estou já…Até demais.

Entrámos no carro, e começou aquela música que ele gostava de ouvir, música clássica.

-Olha lá, tu também andas cá com um gosto para a música! – Eu tinha um gosto muito diferente do de Edward no que tocava à música.

-Oh, só porque não gosto dos teus grupos de música rock, não quer dizer que a música que eu oiço não seja uma boa música.

-Eu não disse que a música era má, eu disse que podia ser melhor.

-O carro é de quem pirralha?! – Perguntou ele com um sorriso vitorioso

-É teu!

-Então quem escolhe a música, sou eu! – Disse rindo como forma de vitória.

-Pronto, já não crítico mais.

Ao longo da viagem mais nenhum de nós disse uma palavra, mas ambos sabíamos o que nos ia nas cabeças, em especial Edward, tinha a certeza que estava a ouvir os meus pensamentos, as próximas horas iam ser de grande tenção… Mas eu estava confiante.

…

domingo, 7 de junho de 2009

O Team Cullen aconselha...

...a leitura de uma fantástica FanFic!

A Fanfic chama-se "BELLA PROBLEMA x EDWARD SOLUÇÃO" , é uma comédia romântica e é escrita pela Lunah.


Aconselho-vos a ler, porque quando começarem, não vão conseguir parar!

Sinopse:

Bella Swan,uma garota problemática e rebelde,está disposta a dar um fim no relacionamento de seu pai Carlisle com Esme Cullen.Ela usará todas armas e truques para evitar que eles se casem durante o verão na Itália.Mal sabe ela que Edward Cullen irá enfrentá-la para garantir a felicidade de sua mãe,disposto a entrar em uma disputa acirrada com a garota.A guerra está declarada entre os dois,mas será que uma reviravolta na vida de Bella levará ela a depender de seu inimigo e desafeto?Ambos fortes,ambos orgulhosos e ambos loucos por velocidade!Bella e Edward descobrem o verdadeiro sentido da frase…

“No amor e na guerra vale tudo.”
Garantia de muitas risadas,lágrimas e suspiros.

BELLA PROBLEMA X EDWARD SOLUÇÃO#UMA COMÉDIA ROMÂNTICA#
“Para todo problema existe uma solução.”

Lê a Fanfic aqui.

sábado, 6 de junho de 2009

FanZone!

Olá queridos!

Hoje deixo-vos aqui o segundo capitulo da fanfic da Andreia Gouveia :"Another part of the Cullen".
[Comentem a fanfic, pois isso é uma motivação para ela!]
Capitulo 2 – Diferenças

A aula de cálculo estava a ser, como habitualmente era, um tédio, matéria dada, fácil, mas com a minha irmã ao lado sempre dava para aliviar um bocadinho. Continuava preocupada com o que se estaria a passar com o Edward e com a rapariga nova estudante para Alice ter aquela reacção. Iria saber muito em breve, então peguei numa folha do meu caderno e comecei a desenhar formas estranhas, arcos, círculos, outras que nem sabia o que eram, para passar o tempo, mas sempre a especular o que será que se passava numas salas abaixo.
Finalmente a hora tinha terminado, estava agora de pé e literalmente a correr para o corredor onde já se encontravam alguns alunos. Fui ter com o Edward como geralmente fazia, mas quando cheguei à sala de biologia, só encontrei lá dentro a nova rapariga que me fixou o olhar como se tivesse espantada por me ver ali, o Sr.Banner, e mais alguns alunos como a Jessica Stanley e o Mike Newton. Perguntei-me onde estava o meu irmão, e passei os olhos pela nova rapariga outra vez, ela estava agora de cabeça baixa mas conseguia perceber que estava a ver-me por detrás do cabelo, ignorei completamente e fui procurar o Edward. Conhecendo o Edward como conhecia, ele só podia estar num sítio, no seu volvo, portanto pus-me logo a caminho do parque de estacionamento. Quando me aproximei do seu carro reparei que era a música que estava a ouvir estava num volume alto demais, mas será que também era audível aos ouvidos humanos, ou apenas a mim e aos do meu tipo? Dirigi-me ao volvo prateado e abri a porta do passageiro sentando-me de imediato para saber o que se tinha passado.
-O que se passa? Ou o que se passou? Não interessa… Conta! – Disse eu de uma forma um pouco estridente mas cautelosamente.
-Ela…-disse ele não levantando a cabeça que estava baixa.
-Ela quem? A nova rapariga?
-Aquele cheiro, aquele odor! - Disse ele com repugnância ao que estava a sentir, e depressa entendi o que se estava a passar.
-Ficou ao teu lado na aula?
-Aquele cheiro, queima-me a garganta, mal posso respirar que sinto o doce do seu sangue -respondeu ele, ignorando a minha pergunta.
-Não tens de te sentir assim, culpado, não tens culpa do teu instinto!
-Neste momento tenho nojo do ser que sou!
Entretanto os outros chegaram e Alice já lhes tinha contado o sucedido, então entraram todos no volvo prateado e seguimos caminho. Numa curva, Edward parou o carro.
-Eu tenho de me ir embora!
-É o melhor para ti? – Disse Alice
-É! Não posso fazer nada aqui, ainda acabo por matá-la, e não quero desonrar a forma de vida que levo há anos.
-Mas, vais voltar não vais?! – Disse eu, não me queria separar dele, era o meu irmão!
-Creio que sim, mas para isso, tenho de me ir embora!
-Muito bem então, vamos para casa pessoal, vamos deixar o Edward seguir caminho. – Disse o Emmett com um ar sério.
Saíram todos do carro, ficando só eu e o Edward dentro da viatura.
-Volta depressa! – Disse eu quase a chorar, era muito sensível no que tocava a assuntos com o meu irmão, mas conti as lágrimas, sabia que era para o bem dele, e eu era daquelas que nunca dava a parte fraca.
-Voltarei Sidney, nunca te deixarei.
Sai do carro, e furei a floresta alcançado os meus irmãos, sem nunca olhar para trás para vê-lo partir.
-Vai para Denali… – disse Alice quase que respondendo à pergunta que se revoltava na minha cabeça.
Senti-me aliviada, pelo menos ia para o pé da família de Tanya, ela e as suas irmãs eram como nós, “vegetarianas” como gostávamos de nos intitular. Pessoalmente nunca gostara muito de Tanya, mas sabia que ele lá ia estar bem, portanto, descansei.
Quando dei por mim já estava à porta de casa, subi as escadas, e abri a porta.
-MÃE, PAI CHEGÁMOS! – Disse eu gritando não sabendo onde se encontrava Esme e Carlisle.
Esme e Carlisle não eram mesmo o meu pai e a minha mãe, mas sempre os tratei assim, sempre fui muito carinhosa a níveis familiares. Esme, a minha mãe, era uma das pessoas que mais admirava, era corajosa, mas ao mesmo tempo muito carinhosa e sensível, fazia-me lembrar eu, a única diferença é que eu podia ser má se quisesse. Carlisle, o meu pai, era o meu ídolo, pois graças a ele não era uma assassina em série, matando pessoas inocentes devido à minha sede. Gostava muito de ambos, tinham-me criado, pois quando os meus pais morreram fiquei só eu e o Edward, tendo o Edward 17 anos e eu 16 acabados de fazer, pois fui transformada no dia em que fiz 16 anos.
-Estou mesmo aqui querida – disse Esme com a voz calma que sempre apresentava – o teu pai está no hospital.
- Hmm, tudo bem…
-Onde está o Edward? – Perguntou Esme espantada por não o ver na sala connosco.
-O Edward…Bem…Ele teve de tirar umas férias! – Disse Alice um pouco constrangida por ser ela a contar a situação.
-O que se passou?! – Perguntou Esme com os olhos arregalados.
-A Alice explica-te tudo mãe, eu e Rosalie temos de ir à escola buscar os nossos carros – disse eu olhando na direcção de Rosalie.
-Sim, temos de lá ir buscar os carros! Já me tinha esquecido.
-Mas não trouxeram os carros todos porquê? – Perguntou Esme cada vez mais confusa.
-A Alice também te explica essa parte – disse Rosalie – agora temos de ir buscar os carros, até logo!
Rosalie passou por mim agarrou-me no braço e saímos da sala e entrando na floresta na direcção do liceu.
-Não precisava de ser assim tão depressa – disse eu espantada pela velocidade e pressa da minha irmã – a Esme ficou preocupada.
-A Alice conta-lhe tudo, não te preocupes com isso.
-Tudo bem, vamos lá buscar os carros, devem ser os únicos no parque de estacionamento.
Chegámos ao parque e por incrível que pareça ainda se encontravam umas pessoas no parque de estacionamento. Uma delas era a nova estudante, da qual ainda não sabia o nome, mas que também não me interessava minimamente. Olhou para nós ao reparar que nos aproximávamo-nos dos nossos carros, o meu que era BMW Z4 de cor roxa, ao contrário do da minha irmã Rosalie que era um Mercedes vermelho. A rapariga entrou dentro da sua carrinha Cheverolet de cor vermelha clara, mas reparei que nos fitava a partir do espelho retrovisor. Porque será que aquela rapariga olhava tanto para nós, para a minha família, a maioria das pessoas nunca nos olhava nos olhos, sentia medo, mas com ela era diferente.
-Ainda nos vai dar problemas – disse Rosalie
-Han? Quem? – Disse confusa
-Ela, a caloira! – Disse Rosalie apontando com a cabeça para a rapariga
-Hmm, a nós, porquê?
-Pressentimento! Não sei, não me inspira confiança!
-Oh, o que é que uma humana pode fazer contra nós? – Disse eu especulando as desconfianças de Rosalie.
-Hmm, pode ser que me engane, mas…
-Mas…? – Perguntei eu querendo que ela acabasse a frase anterior.
-Nada, nada, entra no teu carro e vamos para casa – disse mudando de assunto.
Quais seriam as desconfianças de Rosalie? Iria querer saber mais tarde…Entrámos nos nossos carros e saímos do parque de estacionamento deixando a rapariga e a sua pick-up para trás.
(continua)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Fan Zone!


Olá queridos twilighters,
Hoje vamos postar uma Fanfic Fantástica de uma das criadoras deste blog, a Andreia Gouveia!
A Fanfic chama-se "Another part of Cullen", e conta a mesma História do Crepúsculo, mas com uma alteração: O Edward tinha uma irmã em vivo e o Carlisle também a transformou.
Ela chama-se Sidney e vive com o Edward e os restantes Cullen!
Deixo-vos aqui o primeiro capítulo!
(por favor caros leitores, para que esta fanfic continue a ser publicada precisamos da vossa colaboração. Deixem comentarios e criticas, para que a Andreia possa melhorar a sua escrita e agradar-vos da melhor forma possivel, porque existimos para vocês, Obrigada)

Capitulo 1 - Á Primeira Vista
Mais um aborrecido dia no liceu de Forks. Típico! Forks, cidade onde residia com a minha família acerca de 3/4 anos. Aqui os dias eram aborrecidos, tal como eram os dias noutra cidade qualquer para os da minha família. Na realidade não gostava de aqui residir, mas não me cabia a mim decidir, até porque era bom para mim e para a minha familiar residir aqui, onde chove na maior parte do ano, não fosse Washington o estado mais chuvoso dos EUA.
Estava agora na minha aula de inglês, a qual estava a ser uma verdadeira seca, para os meus longos e infindáveis anos que já tinha vivido, já sabia aquela matéria, e aquelas regras de trás para a frente, de frente para trás, respondia a todas as perguntas sem dificuldade, o que por vezes deixava os professores intrigados porque todos os humanos que me rodeavam, todos tinham dúvidas.
Mas nesta aula algo diferente se passava…Todos os alunos estavam desconcentrados, todos a comentarem algo novo, algo que eu só tinha visto quando eu e a minha família chegámos a esta pequena e monótona cidade. Portanto pensei que aquele burburinho todo só se poderia referir à nova rapariga, a filha do chefe da polícia de Forks, o Sr. Charlie Swan, que sempre simpatizara muito comigo. A rapariga teria chegado à cidade nessa manhã, mas nessa manhã tinha-me atrasado, apesar de vir sempre com o meu irmão Edward para a escola, naquela manhã tinha sido diferente, visto que era sempre muito demorada a arranjar-me, a escolher a roupa e acessórios, ele fartou-se de esperar e foi-se embora sozinho, portanto ainda não tinha tido oportunidade de ver a rapariga por que todos falavam.
A campainha tocou, apressei-me a sair, mas sempre muito controladamente, se me descontrolasse a andar demonstraria a minha incrível velocidade que em nada se igualava à do meu irmão, mas que nos denunciaria na mesma. Como habitualmente fazia fui ter com o Edward à sala onde ele tinha aulas…Quando cheguei ele já estava encostado à porta à minha espera.
-Então a aula, foi muito má? – Perguntei sendo irónica.
-Foi o cúmulo! Milhares de cabeças a pensarem no mesmo, na nova estudante, a filha do Sr.Swan… Isto está a tornar-se irritante! – a expressão dele era de aborrecimento.
-Calma Edward, não te lembras de como foi quando nós chegámos? No dia seguinte já ninguém se lembrava que nós existíamos…
-Pois sim, mas todos os dias alguém repara em nós, especialmente no parque de estacionamento devido às nossas viaturas um pouco vistosas, principalmente à tua e à da Rosalie
- Que têm os nossos carros? Só porque gostamos de cores mais vistosas?
-Vistosas? Chamas ao vermelho e ao roxo cores vistosas? Eu chamo-lhe outra coisa.
-Pois, sim. Então e esta manhã porque é que não esperaste por mim?
-Por favor Sidney, estive à tua espera 15 minutos e tu sempre a trocar de roupa, vi-te com 3 conjuntos diferentes e estavam os três excelentes para os usares, mas nunca mais te decidias, então decidi ir-me embora – o seu tom de voz era de riso e gozo.
-Oh pois…vamos lá “almoçar” – disse isto seguido de uma gargalhada, visto que almoçar não era o termo mais correcto.
Continuamos a andar mas agora em silêncio. Ao olhar ao longe vi a Alice e o Jasper a atravessarem a porta da cantina, calculei que o Emmett e a Rosalie já lá estivessem chegado visto que eram sempre os primeiros. Ao entrar na cantina ao lado de Edward como geralmente acontecia, olhei em redor e vi uma cara nova, uma cara quase translúcida, mas com um ligeiro toque vermelho nas bochechas, previ logo que fosse tímida a nossa nova aluna. Reparei que estava a falar com a Jessica Stanley, uma rapariga um tanto ou quanto interesseira, tinha tentado fazer amizade comigo quando chegámos a Forks, mas depressa percebeu que se devia afastar, felizmente as pessoas percebiam que podíamos ser perigosos para elas, por isso afastavam-se rapidamente de nós não nos dando muita confiança. Olhei de relance para o Edward e reparei que ele se encontrava focado na rapariga, mas com um toque de frustração na expressão que a sua cara exibia. Curiosa, olhei também para a rapariga e reparei que estava a fitar Edward por detrás dos cabelos castanhos que lhe caiam por cima do rosto, e que de repente passou o olhar por mim, o que me fez ficar desconfiada.
Mas acabei por esquecer aquilo e fui-me sentar no meu habitual lugar na cantina ao lado dos meus irmãos. Na ponta da mesa já estava sentado o Jasper seguido da Alice, do Emmett, da Rosalie e do Edward, como fui a última a chegar sentei-me no meio do Edward e da Rosalie. Na minha família dava-me bem especialmente com o Edward, era meu irmão de sangue, meu melhor amigo, a pessoa que eu mais amava neste mundo, a única pessoa que me restava da minha família biológica, estávamos ambos às portas da morte devido à gripe espanhola quando o Carlisle nos transformou… Considerava a Rosalie a minha melhor amiga, apesar de não estar de acordo com muitas das suas acções, porque ela era muito impulsiva, por vezes até nos chamavam ‘Os Opostos’ devido às nossas cores de cabelo serem o completo contrário, o dela era loiro e brilhante, o meu era preto como o carvão, era com ela com quem eu desabafava quando precisava, e era comigo que ela falava sobre tudo, por vezes não nos dávamos bem, mas era assim que éramos uma com a outra. Com o Emmett também me dava muito bem, éramos companheiros de brincadeiras, ele era o humorista da família, e eu fazia-lhe companhia, apesar de eu ser bastante rígida quando queria, por vezes parecia que tinha duas personalidades. A Alice era a irmã que eu sempre quis ter, era querida, simpática, e via o futuro, era uma capacidade que eu admirava nela já que eu não tinha nenhuma capacidade sobrenatural ao contrário de Edward que também possuía uma que era o facto de ler os pensamentos de todos, o que por vezes era constrangedor, nunca ninguém tinha muita privacidade. O Jasper era com quem eu me dava menos, como ele ainda se encontrava em fase de aceitação da nova forma de vida “vegetariana”, concentrava-se bastante nele e no controlo da sua sede por sangue humano, e quando tentava não pensar nisso, concentrava-se muito no amor da sua vida, a Alice.
A conversa começou com o assunto de que todos falavam no liceu de Forks.
-Então aquela é que é a nova estudante? – Disse o Emmett no seu habitual tom de gozo.
-Pois parece que sim, mais uma neste fim de mundo! – Disse eu usando um certo sarcasmo.
-Isto não é o fim do mundo, é apenas Forks, uma pequena cidade do estado americano de Washington – disse Alice enquanto brincava com um pedaço de alface que tinha no seu prato, tínhamos de por comida nas bandejas para pensarem que éramos normais como todos eles, não seria normal nunca comermos nem bebermos nada, iriam estranhar.
-Isto é o completo fim do mundo, quem é que se lembra de vir morar para Forks?! Ninguém! – Disse o Jasper que só intervia nas conversas de vez em quando.
-Não acho que isto seja assim tão mau, para os que são como nós, é um dos melhores sítios do planeta para se estar, chove quase todo o ano, os dias de sol são raros… - disse a Rosalie, era natural que ela pensasse assim, nunca gostara no que se tinha transformado, preferia locais com pouca gente.
Enquanto os outros falavam, discretamente perguntei ao Edward o que se passava…
-Então Edward, não dizes nada? – perguntei eu fitando-o e reparando que ele fixava a nova rapariga com um olhar de frustração, o mesmo olhar que ele exibia quando entramos na cantina e encarámos a rapariga pela primeira vez. Ele ignorou a minha pergunta, como me encontrava ao seu lado ele apenas me tocou com a sua perna na minha fazendo sinal, e então percebi que aquilo significava que falámos mais tarde.
Durante os 20 minutos que se seguiram Edward não pronunciou uma única palavra, pelo que eu sabia que ele me iria explicar o porquê depois quando tivéssemos oportunidade. Continuámos os cinco à conversa, falando de vários temas, até que Alice disse…
-Sidney, vamos para a aula? – Eu iria ter na próxima hora, cálculo com Alice, portanto aproveitávamos e íamos sempre juntas.
-Vamos Alice…-respondi eu começando a pegar na minha mala que naquele dia era preta com riscas brancas e no meu caderno cor-de-rosa, e levantando-me da cadeira.
Ao passar por Edward fixei os seus olhos e sabia que ele me iria ler os pensamentos e saberia que eu estava a pensar “FALAMOS DEPOIS”
Retirámo-nos da cantina e andávamos até à sala onde iríamos ter cálculo, durante a caminhada, Alice ia concentrada…
-Está tudo bem Alice? – perguntei notando que mantinha uma expressão tensa
-Hmm, apenas acabei de ter uma visão – disse Alice desanimada
-O que viste? – Estava curiosa, o que teria Alice visto para a por com aquela expressão?
-É o Edward - parei a meio do caminho, tinha medo do que quer que pudesse acontecer com ele – Ele vai ter aula de biologia com a nova rapariga
-E então? – Não conseguia ver a anormalidade que aquilo podia ter, eram ambos alunos, era normal que tivessem aulas juntos.
-Ele depois vai-te contar. Não te quero preocupar…
-Conta-me Alice, não me faças isto!
-É melhor não, depois saberás
E continuamos o nosso habitual caminho para a sala de cálculo, mas desta vez quem ia calada era eu, o que será que se passava com o meu irmão?
(continua)

Feito por Andreia Gouveia!