Olá queridos twilighters :DD
Hoje trazemos mais 2 capitulos da fanfic da Andreia Gouveia! Eu sei que já não postamos à bastante tempo, mas temos outras coisas para fazer certo??
Mas não percam a leitura. Estão fantásticos estes dois capitulos.
(Queridos, eu sei que os comentarios nao estão a dar, nos ja tentamos resolver isso, mas nao conseguimos :S! Mas eu queria pedir-vos para, se puderem mandar um e-mail, com o assunto 'Fic Andreia' para team.cullen@live.com.pt, a dar a vossa opinião e sugestões para a fic!
A sério malta, a Andreia precisa de vocês!).jpg)
Capitulo 3 – Nova Rapariga
Chegámos a casa, já Carlisle tinha chegado a casa, e já ele e Esme sabiam do sucedido com Edward, ambos um pouco transtornados com o que se passava.
-Sidney, posso falar contigo? – Disse Carlisle aproximando-se de mim.
-Claro que sim pai, vamos lá para fora…
Saímos, o dia estava cinzento como habitualmente acontecia na pequena cidade de Forks.
-Então pai, querias falar comigo? – Disse eu olhando para ele.
-Sim…A Alice contou-me o que aconteceu.
-Pois, eu estou um pouco preocupada, sabes como sou com o Edward, a irmã super-protectora – Disse baixando a cabeça, fazendo um trejeito na boca de descontento.
-Oh minha querida, quem dera a todos os irmão terem uma irmã como tu, sempre tão preocupada, mas não penses nisso, sabes que ele vai voltar… - Disse o Carlisle pondo-me o braço à volta dos ombros para me reconfortar.
-Obrigada pai, mas sabes que eu nunca gostei da Tanya.
-Mas sabes que ela vai tratar bem dele, e lá por não gostares dela, não quer dizer que ela seja má pessoa, bem, pessoa não é bem o termo indicado! – Exclamou Carlisle soltando uma pequena gargalhada com a troca de palavras.
-Pois, mas tu sabes como é que eu sou – Disse revirando os olhos.
-Por saber exactamente como és é que estamos a ter esta conversa, já sabia que essa cabecinha ia começar a fazer histórias…
-Sou imprevisível para toda a gente, menos para ti, impressionante!
-Meu amor, conheço-te a ti e aos teus irmãos como a palma da minha mão.
-Vamos para dentro, a Esme também não está muito bem.
*
Mais uma noite a jogar com o Emmett e a conversar com a Rosalie, mas agora tinha chegado a manhã, mais umas aulas, aquilo só podia ser castigo. Desta vez não tinha Edward para sair comigo para o liceu, e era uma sensação estranha saber que o meu irmão não estava à minha espera, aquilo apenas acontecia quando ele estava na caça. Sai de casa, entrei no meu carro e arranquei com o carro, tinha uma condução considerada perigosa pelos humanos, ia sempre ao dobro do limite de velocidade, por isso quando passava nas ruas internas da cidade, todas as pessoas que estavam nos passeios olhavam de olhos arregalados ao rasgo de luz que a minha viatura provocada na estrada devido à sua cor forte. Cheguei ao parque de estacionamento e já lá se encontravam os meus irmãos. Sai do carro pois ainda faltavam alguns minutos para as aulas começarem.
-Como é que aquela rapariga consegue? – Interrogou Jasper.
-O quê?! Não acompanhei o teu raciocínio amor – Disse a Alice levando a mão à cabeça em sinal de confusão.
-Aquela, a nova rapariga, ela não pára de olhar para nós, nunca ninguém nos olhou tanto para nós como ela, é estranho…
-Com uma carrinha como a dela, deve ser devido à inveja dos nossos carros – Disse o Emmett soltando uma gargalhada.
-Emmett és tão parvo, achas que é isso?! Claro que não, mas também não percebo o que se passa.
-Eu não te disse que ela ia dar problemas? – Disse a Rosalie sussurrando-me ao ouvido.
-Oh ela não causou problema nenhum, apenas olha para nós, deve ser curiosa.
-Até agora ainda não fez nada, mas vai fazer, eu sinto-o.
-Rosalie, não comeces com as tuas manias, a rapariga é uma simples humana, como todos nesta escola e nas outras onde já andámos, se nunca ninguém nos causou problemas, porque será esta frágil e invulgar humana que o vai fazer?
-Não sei, mas que ainda nos vai causar problemas, vai!
-Lá estás tu – Disse eu baixando a cabeça como que dando-me por derrotada, quando Rosalie metia uma coisa na cabeça, era difícil tirá-la.
-Já percebi que contigo não dá para falar, se te estou a dizer que ainda nos vai dar problemas…
-Rosalie, pára, está a tornar-se uma obsessão! – Disse eu já com um tom de voz mais alto.
-Mas tu importaste de te calar, vais engolir essas palavras todas!
-Hey, meninas, vamos lá acalmar – Disse o Emmett pondo-se entre mim e a Rosalie.
-Eu estou calma, vou andando para a aula, já reparei que aqui não dá para estar…
-É melhor ires, isto está a ficar feio – Disse a Alice virando-se para mim.
Virei costas aos meus irmãos e fui direita ao pavilhão onde iria ter espanhol.
*
A aula acabou, depois de muito espanhol falar, já que para mim era como falar o inglês, o francês, o alemão, línguas que considerava maternas, era afluente em todas.
Estava com o meu MP3 na mão, concentrada na música que iria colocar a tocar a seguir, até que fui contra alguma coisa.
Era a nova rapariga, pelo que tinha percebido era descoordenada nos seus passos, pois eu era coordenada o suficiente para nunca na minha existência ter ido contra alguém, a não ser contra aquela pequena e frágil humana a qual nem eu sequer sabia o nome, apenas o apelido Swan. De facto o Edward tinha toda a razão, a rapariga tinha um cheiro fora do comum, cheiro de sangue doce e suave, algo que não se explica, mas eu era muito controlada aos odores humanos, quase que me eram indiferentes, como em vida humana o meu sonho era ser médica, passava muito tempo com o Carlisle no hospital, e fui-me habituando ao longo do tempo, mas aquele cheiro ninguém podia negar que não era tentador.
-Desculpa…- Disse ela não levantando a cabeça e baixando-se para apanhar os livros que tinha deixado cair.
Baixem-me também apanhando alguns livros, reparei que tinha apanhado o de biologia e mais uns quantos de umas disciplinas. Reparei que numa fracção de segundo tinha apanhado mais de metade dos livros que a rapariga tinha apanhado desde que se baixou, será que tinha notado? Não me importei…
-Toma, estão aqui os teus livros – Disse eu esticando o braço com os livros da rapariga na mão.
-Obrigada. – Disse ela ficando rosada nas bochechas, rapariga estranha era o que se ocorria na minha cabeça, passava grande parte do tempo a olhar para nós, e agora tinha vergonha… Decidi apresentar-me, apesar de ter a certeza que ela já sabia o meu nome, quem se dava com Jessica sabia sobre este mundo e o outro.
-Bem, eu sou a Sidney, Sidney Cullen, prazer! – Disse eu ficando igualmente com a minha cara séria que geralmente aparentava.
-Olá! Eu sou a Bella… - Disse ela olhando finalmente para a minha cara.
-Bella...Interessante…Julgo que esse não seja mesmo o teu nome! – Disse eu fazendo o pequeno trajecto com a boca em sinal de desconfiança.
-Bem, não, é Isabella…- Disse ficando ainda mais corada.
-Ah pois, mas eu trato sempre as pessoas pelo nome, nunca pela alcunha que lhe dão. – E era mesmo assim que funcionava para mim, tratava sempre as pessoas pelo nome completo, nunca por meros nomes que lhes atribuíam.
-Ah, tudo bem…Tenho de ir… - E foi-se embora quase em passe de corrida, talvez porque estivesse constrangida.
-Adeus… - Disse eu voltando-me para a direcção da minha próxima sala, visto que ela se ia embora rapidamente.
Começava a achar aquela rapariga cada vez mais estranha…Será que afinal a Rosalie começava a ter uma certa razão?
…
Capitulo 4 – O Regresso
Dias se passaram e eu não tinha noticias de Edward, a não ser as visões subjectivas da Alice… Ela disse que ele iria voltar nessa tarde, e eu estava ansiosa por saber como ele estava, para mim, estar com Tanya não era propriamente estar bem, mas na minha família ninguém concordava comigo, todos achavam Tanya a mulher ideal para o Edward, mas eu não estava de acordo, para mim ela era muito falsa, não amava de verdade o meu irmão, acho que era mais amor carnal que amor sentimental. Ela sabia perfeitamente que eu não gostava nem um bocadinho dela, e isso assustava-a porque ela sabia que o facto de eu não gostar dela, podia significar maior dificuldade
Estava agora a acabar a última aula do dia, faltava cerca de uma hora, era matemática com a Alice, era bom ter alguém como ela nas aulas, assim pelo menos não era tão aborrecido.
-Menina Cullen… - Gritou o professor de matemática, ambas olhámos, era muito frequente chamarem uma ou outra por ‘Menina Cullen’, pelo que olhávamos sempre as duas.
-Qual delas? – Disse eu abanando o dedo entre mim e Alice.
Isto era uma certa piada pessoal porque realmente nós não éramos meninas no sentido prático da palavra, pelo que Alice e eu nos riamos sempre que isso acontecia.
As aulas acabaram, nem me dei ao trabalho de esperar pelos meus restantes irmãos, fui directa ao meu carro, sabia que não era necessário levar ninguém, pois a Rosalie tinha levado o seu carro de manhã também. Entrei no carro e coloquei a minha música favorita do CD que tinha introduzido no rádio do automóvel, excepcionalmente era a única que gostava de rock, os outros gostavam de músicas mais clássicas… Não fazia de todo o meu género. A Esme dizia que o facto de eu gostar de rock tinha muito a ver com a minha forma de vestir porque eu usava sempre muito preto, azul escuro, roxo e rosa choque, eram as únicas cores que entravam no meu armário.
Cheguei a casa e agradeci aos Céus por vivermos numa área isolada porque só assim é que podia meter a velocidade máxima que conseguia e entrar em casa… Entrei e ouvi o completo silêncio, olhei em redor e a primeira coisa que me saiu da boca foi…
-EDWARD?! – Interroguei eu como se estivesse a falar para o vazio, mas eu sabia que ele estava lá, eu sentia-o.
Ele apareceu numa fracção de segundo à minha frente, não pensei duas vezes, abracei-o.
-Pensava que nunca mais ias voltar – Disse eu apertando-o como se não o visse há muito tempo.
-Se eu me fosse embora de vez, teria de voltar para te ir buscar, nunca te deixaria!
Largámo-nos, eu queria saber como ele estava.
-Como estás?
-Estou bem, por agora… Tenho medo de quando voltar a vê-la, de me descontrolar! – Disse ele baixando a cabeça.
-Eu compreendo-te… Ela realmente tem um cheiro tentador, não cheirava nada assim nos meus últimos 90 anos.
-Como sabes tu?! – Exclamou ele levantando a cabeça num movimento rápido e agora demonstrando uma expressão confusa na face.
-Fui contra ela esta manhã, e consegui cheirá-la é claro, é realmente um cheiro invulgar.
-A menina “o cheiro do sangue não me perturba”, anda a quebrar as suas “regras” pessoais? – Disse ele sendo irónico.
-Não! – Disse baixando os olhos – Posso ser resistente ao cheiro por estar demasiado tempo com o Carlisle no hospital, mas é claro que não me é indiferente, sendo eu o que sou, os odores não me passam despercebidos.
-Sidney, Sidney – Disse com sarcasmo dando-me umas palmadinhas nas costas – Ainda vais voltar a cair na tentação.
-Não vou não, nesta longa e dura vida de vampira, nunca mas nunca provei sangue humano, e não tenho intenções de o fazer.
-Esperemos que sim! Já eu não posso estar tão convicto disso… - Disse ele voltando a ficar desanimado.
-É claro que não vais ceder a tentação, tu és forte! – Disse-lhe agarrando-lhe na mão.
-Onde estão todos? – Perguntou Edward olhando em redor.
-Carlisle no hospital, Esme a caçar, os outros no liceu, aliás devem estar a chegar, eu é que vim a correr para casa, tinha de te ver…
-Irmã muito dedicada tu, tive saudades tuas pirralha – Pirralha, como eu odiava que ele me chamasse aquilo, era sempre assim que ele me intitulava.
De repente ouve-se a porta da entrada das traseiras a bater, calculei que fosse Esme a chegar.
-Edward, querido! – E era mesmo ela, vinha do lado das traseiras com os braços abertos em direcção a Edward.
-Olá Esme! – Disse Edward abraçando-a, ele também tinha um grande apreço por Esme e por Carlisle, afinal de contas tinham sido eles a criar-nos.
Entretanto chegaram Carlisle, Rosalie, Emmett, Alice e Jasper, todos saudaram Edward com grande contentamento, à excepção de Rosalie, a doce e ao mesmo tempo fria Rosalie.
Passou-se mais uma noite, desta vez passei o tempo todo com Rosalie, fechadas no meu quarto a falar sobre tudo, mas o meu pensamento recaia sobre Edward o tempo todo, a manhã seguinte iria significar muito para ele e automaticamente para todos nós, pois se ele se descontrolar-se, poderia nos denunciar a todos, mas ele tinha ido caçar esta noite, pelo que a sede seria menor e não seria tão difícil aguentar a pressão.
*
A manhã chegou, e os nervos também… Sabia que Edward tinha um grande auto-controlo, não tão grande como eu, mas sei que também o tinha, mas da maneira como desta vez a tentação o afectou, tinha medo que ele cedesse.
-SIDNEY! – Ouvi eu quando ainda estava no meu quarto a acabar de me vestir. Percebi que o som vinha do andar de baixo, pelo que respondi também num tom de voz mais elevado.
-O QUE É?! – Sabia perfeitamente quem era que me estava a chamar, e o porquê. Era o Edward, que me estava a chamar para ir para a escola. Odiava que me apressassem. Podia ser uma vampira com imensos anos, mas continuava a querer andar sempre apresentável.
-EU QUERO IR HOJE PARA A ESCOLA! – Gritou ele.
-OK, JÁ VOU DESCER!
Peguei na minha mala, e no meu caderno e desci as escadas apressadamente.
-Pronto Sr. Apressado estou pronta, vamos embora!
-Já não era sem tempo, mania de se preparar toda, parece que vais para uma festa! – Disse isto já abrindo a porta da rua e dirigindo-se para o carro.
-Eu não saiu de qualquer maneira de casa, já devias de estar habituado.
-Pois já estou já…Até demais.
Entrámos no carro, e começou aquela música que ele gostava de ouvir, música clássica.
-Olha lá, tu também andas cá com um gosto para a música! – Eu tinha um gosto muito diferente do de Edward no que tocava à música.
-Oh, só porque não gosto dos teus grupos de música rock, não quer dizer que a música que eu oiço não seja uma boa música.
-Eu não disse que a música era má, eu disse que podia ser melhor.
-O carro é de quem pirralha?! – Perguntou ele com um sorriso vitorioso
-É teu!
-Então quem escolhe a música, sou eu! – Disse rindo como forma de vitória.
-Pronto, já não crítico mais.
Ao longo da viagem mais nenhum de nós disse uma palavra, mas ambos sabíamos o que nos ia nas cabeças,
…


1 comentários:
Óbvio que adorei +.+
Vou já ler o 5ºcap : D
Enviar um comentário