sábado, 6 de junho de 2009

FanZone!

Olá queridos!

Hoje deixo-vos aqui o segundo capitulo da fanfic da Andreia Gouveia :"Another part of the Cullen".
[Comentem a fanfic, pois isso é uma motivação para ela!]
Capitulo 2 – Diferenças

A aula de cálculo estava a ser, como habitualmente era, um tédio, matéria dada, fácil, mas com a minha irmã ao lado sempre dava para aliviar um bocadinho. Continuava preocupada com o que se estaria a passar com o Edward e com a rapariga nova estudante para Alice ter aquela reacção. Iria saber muito em breve, então peguei numa folha do meu caderno e comecei a desenhar formas estranhas, arcos, círculos, outras que nem sabia o que eram, para passar o tempo, mas sempre a especular o que será que se passava numas salas abaixo.
Finalmente a hora tinha terminado, estava agora de pé e literalmente a correr para o corredor onde já se encontravam alguns alunos. Fui ter com o Edward como geralmente fazia, mas quando cheguei à sala de biologia, só encontrei lá dentro a nova rapariga que me fixou o olhar como se tivesse espantada por me ver ali, o Sr.Banner, e mais alguns alunos como a Jessica Stanley e o Mike Newton. Perguntei-me onde estava o meu irmão, e passei os olhos pela nova rapariga outra vez, ela estava agora de cabeça baixa mas conseguia perceber que estava a ver-me por detrás do cabelo, ignorei completamente e fui procurar o Edward. Conhecendo o Edward como conhecia, ele só podia estar num sítio, no seu volvo, portanto pus-me logo a caminho do parque de estacionamento. Quando me aproximei do seu carro reparei que era a música que estava a ouvir estava num volume alto demais, mas será que também era audível aos ouvidos humanos, ou apenas a mim e aos do meu tipo? Dirigi-me ao volvo prateado e abri a porta do passageiro sentando-me de imediato para saber o que se tinha passado.
-O que se passa? Ou o que se passou? Não interessa… Conta! – Disse eu de uma forma um pouco estridente mas cautelosamente.
-Ela…-disse ele não levantando a cabeça que estava baixa.
-Ela quem? A nova rapariga?
-Aquele cheiro, aquele odor! - Disse ele com repugnância ao que estava a sentir, e depressa entendi o que se estava a passar.
-Ficou ao teu lado na aula?
-Aquele cheiro, queima-me a garganta, mal posso respirar que sinto o doce do seu sangue -respondeu ele, ignorando a minha pergunta.
-Não tens de te sentir assim, culpado, não tens culpa do teu instinto!
-Neste momento tenho nojo do ser que sou!
Entretanto os outros chegaram e Alice já lhes tinha contado o sucedido, então entraram todos no volvo prateado e seguimos caminho. Numa curva, Edward parou o carro.
-Eu tenho de me ir embora!
-É o melhor para ti? – Disse Alice
-É! Não posso fazer nada aqui, ainda acabo por matá-la, e não quero desonrar a forma de vida que levo há anos.
-Mas, vais voltar não vais?! – Disse eu, não me queria separar dele, era o meu irmão!
-Creio que sim, mas para isso, tenho de me ir embora!
-Muito bem então, vamos para casa pessoal, vamos deixar o Edward seguir caminho. – Disse o Emmett com um ar sério.
Saíram todos do carro, ficando só eu e o Edward dentro da viatura.
-Volta depressa! – Disse eu quase a chorar, era muito sensível no que tocava a assuntos com o meu irmão, mas conti as lágrimas, sabia que era para o bem dele, e eu era daquelas que nunca dava a parte fraca.
-Voltarei Sidney, nunca te deixarei.
Sai do carro, e furei a floresta alcançado os meus irmãos, sem nunca olhar para trás para vê-lo partir.
-Vai para Denali… – disse Alice quase que respondendo à pergunta que se revoltava na minha cabeça.
Senti-me aliviada, pelo menos ia para o pé da família de Tanya, ela e as suas irmãs eram como nós, “vegetarianas” como gostávamos de nos intitular. Pessoalmente nunca gostara muito de Tanya, mas sabia que ele lá ia estar bem, portanto, descansei.
Quando dei por mim já estava à porta de casa, subi as escadas, e abri a porta.
-MÃE, PAI CHEGÁMOS! – Disse eu gritando não sabendo onde se encontrava Esme e Carlisle.
Esme e Carlisle não eram mesmo o meu pai e a minha mãe, mas sempre os tratei assim, sempre fui muito carinhosa a níveis familiares. Esme, a minha mãe, era uma das pessoas que mais admirava, era corajosa, mas ao mesmo tempo muito carinhosa e sensível, fazia-me lembrar eu, a única diferença é que eu podia ser má se quisesse. Carlisle, o meu pai, era o meu ídolo, pois graças a ele não era uma assassina em série, matando pessoas inocentes devido à minha sede. Gostava muito de ambos, tinham-me criado, pois quando os meus pais morreram fiquei só eu e o Edward, tendo o Edward 17 anos e eu 16 acabados de fazer, pois fui transformada no dia em que fiz 16 anos.
-Estou mesmo aqui querida – disse Esme com a voz calma que sempre apresentava – o teu pai está no hospital.
- Hmm, tudo bem…
-Onde está o Edward? – Perguntou Esme espantada por não o ver na sala connosco.
-O Edward…Bem…Ele teve de tirar umas férias! – Disse Alice um pouco constrangida por ser ela a contar a situação.
-O que se passou?! – Perguntou Esme com os olhos arregalados.
-A Alice explica-te tudo mãe, eu e Rosalie temos de ir à escola buscar os nossos carros – disse eu olhando na direcção de Rosalie.
-Sim, temos de lá ir buscar os carros! Já me tinha esquecido.
-Mas não trouxeram os carros todos porquê? – Perguntou Esme cada vez mais confusa.
-A Alice também te explica essa parte – disse Rosalie – agora temos de ir buscar os carros, até logo!
Rosalie passou por mim agarrou-me no braço e saímos da sala e entrando na floresta na direcção do liceu.
-Não precisava de ser assim tão depressa – disse eu espantada pela velocidade e pressa da minha irmã – a Esme ficou preocupada.
-A Alice conta-lhe tudo, não te preocupes com isso.
-Tudo bem, vamos lá buscar os carros, devem ser os únicos no parque de estacionamento.
Chegámos ao parque e por incrível que pareça ainda se encontravam umas pessoas no parque de estacionamento. Uma delas era a nova estudante, da qual ainda não sabia o nome, mas que também não me interessava minimamente. Olhou para nós ao reparar que nos aproximávamo-nos dos nossos carros, o meu que era BMW Z4 de cor roxa, ao contrário do da minha irmã Rosalie que era um Mercedes vermelho. A rapariga entrou dentro da sua carrinha Cheverolet de cor vermelha clara, mas reparei que nos fitava a partir do espelho retrovisor. Porque será que aquela rapariga olhava tanto para nós, para a minha família, a maioria das pessoas nunca nos olhava nos olhos, sentia medo, mas com ela era diferente.
-Ainda nos vai dar problemas – disse Rosalie
-Han? Quem? – Disse confusa
-Ela, a caloira! – Disse Rosalie apontando com a cabeça para a rapariga
-Hmm, a nós, porquê?
-Pressentimento! Não sei, não me inspira confiança!
-Oh, o que é que uma humana pode fazer contra nós? – Disse eu especulando as desconfianças de Rosalie.
-Hmm, pode ser que me engane, mas…
-Mas…? – Perguntei eu querendo que ela acabasse a frase anterior.
-Nada, nada, entra no teu carro e vamos para casa – disse mudando de assunto.
Quais seriam as desconfianças de Rosalie? Iria querer saber mais tarde…Entrámos nos nossos carros e saímos do parque de estacionamento deixando a rapariga e a sua pick-up para trás.
(continua)

2 comentários:

Anónimo disse...

Tipo , eu chorei quando o Edward disse : " Voltarei Sidney, nunca te deixarei. " ,
portanto deves saber o que isso significa , nao deves?
Ai , isto está lindo , amo mesmo +.+
Continua <3

Anónimo disse...

Ola! Adorei a tua versão da história, está de mas! Só quero fazer um reparo: a parte em que Sidney retem as lágrimas não faz sentido, uma vez que os vampiros não podem chorar, transpirar, etc.

Mesmo assim, está fantastico! Parabéns, continua :)